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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

INFORMES DA ASSEMBLÉIA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CABO FRIO

Aos companheiros e companheiras que não puderam comparecer à Assembléia, apesar de nº não tão significativo (quantitativamente falando), conseguimos deliberar sobre alguns pontos interessantes, para começarmos a nossa luta neste ano letivo. A Profª. Denize Quintal produziu esse fiel e compacto resumo do que discutimos por lá. Interessante destacar, também,  que resolvemos, que cada companheiro (a) presente na Assembléia deve tentar convencer pelo menos 3 companheiro (a)s de suas respectivas UEs para a atividade denominada por nós como o "DIA DO PROTOCOLO" vide 2º tópico d do resumo. Às 16:30h estaremos todos na praça em frente à Prefeitura.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

NIVERÇARU DI MYMY

Singela homenagem de um pai apaixonado pela filha. Atitude profundamente normal... pelo menos deveria ser assim com todo pai... FELIZ ANIVERSÁRIO LINDONA!!!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

EFICIENTE E EFICAZ

Muitas vezes, em nome do compromisso profissional ou em qualquer outra atividade humana, procuramos acertar os passos. Entendo como uma necessidade que, infelizmente, alguns e tão somente alguns indivíduos tem para, antes de SER considerado como bom profissional, SE considerar como tal. Satisfação humana de FAZER A COISA CERTA E DE FAZER CERTA A COISA! A gente diz que quer ser EFICIENTE e EFICAZ, mas, no fundo, não sabe o que é uma coisa e outra. Então, para não errarmos mais, fica a sugestão nesse quadrinho:

O conhecimento e a sua capacidade de aquisição

Fazer o papel de traças vez em quando é bom! A gente consegue encontrar algumas pérolas interessantíssimas e ricas para a reflexão no campo da educação, já que é o campo que nos interessa.
Encontrei um papel rascunho (tipo pedaço mesmo de papel) e nele o pensamento abaixo, que recebeu uma nova roupagem em sua apresentação. A essência continua a mesma. Então, vejamos:

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Acabou a farra!!!

Depois de 6 dias em casa, retornarei ao trabalho. E pensar que ainda faltam + ou - 45 dias para as férias!

referente a: Twitter (ver no Google Sidewiki)

domingo, 10 de outubro de 2010

MATERIAL PEDAGÓGICO RELATIVO À AULA DE CURRÍCULO, PROGRAMAS E AVALIAÇÃO

Queridas alunas do curso de Pedagogia da UNILAGOS: demorou mas saiu. Estou enviando para os email de vocês os arquivos de nossa penúltima aula, ministrada nos dias 29 e 30 de setembro, que havia prometido. Que os mesmos sejam, realmente, bem aproveitados por vocês. Quanto aos não menos QUERIDOS ALUNOS DA PÓS-GRADUAÇÃO estarei fazendo o mesmo. Quem não anotou o email na lista de presença que circulou pela turma naquela aula do dia 11 de setembro, pode mandá-lo pelo email franciscoerb@gmail.com

Um abraço a todos!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vamos garatujar?
Fiquem tranquilos, pois não é nenhuma proposta indecente, pelo menos aqui neste espaço. Se fosse no céu de brigadeiros, na área dos PhDeuses, seria uma infeliz sugestão; mas, aqui, não! Aqui cabem os gostos pela escrita, pela leitura. Aqui insere-se a essência das poesias e reflexões de DRUMMOND, principalmente quando afirmou, que "ao pior lterato de 20 anos, eu o admiro e respeito".
Evidente que não estamos fazendo apologias ao escrever errado ou ao festival de besteiras que invadiu a internet com o "eu axo que voxê" é um cara legal. Pretende-se incentivar a aproximação da escrita acadêmica enquanto produto de reflexões, investigações do cotidiano pessoal ou profissional, principalmente no que tange à educação.
Muitos achismos podem ser deixados para um outro momento; mas, também, não podemos truncar a fala, a escrita porque os mestres e doutores podem querer cortar as nossas línguas, como ELIAS CANETTI escreveu em "A Língua Absolvida".
Ah, tá! Então podemos garatujar! O mini Aurélio nos diz que este vocábulo significa "desenho mal-feito; rabisco". Já o bom e velho Bechara, no minidicionário da Língua Portuguesa, norteia que é "escrita com letras malfeitas e pouco inteligíveis".
Não vai ser o nosso caso! Vamos garatujar com diplomacia e demonstrando que estamos querendo sempre aprender, pois só se aprende a escrever, escrevendo.
Sendo assim, com licença e vamos à luta!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ÉTICA NOSSA DE CADA DIA

I- Identificação:
1.1. Título: Ética nossa de cada dia
1.2. Unidade executora: Área de Humanas do Colégio “X” – Disciplina: Filosofia
1.3. Responsável: Prof.: Francisco Carlos de Mattos
1.4. Unidade Escolar: Colégio Municipal “X”
1.5. Turmas envolvidas: 1ºs anos do Ensino Médio
1.6. Cronograma: 2º semestre de 2010

II- Descrição da situação-problema ou Justificativa

Desenvolver um estudo sobre ética, moral e outros temas extremamente subjetivos com jovens no início da adolescência, é deveras complicado como o é para nós adultos, que, por força da convivência num país onde a corrupção está se tornando lugar comum, onde, literalmente, roubar o povo é praxe, matar as pessoas é habitual, enfim, a banalização de tudo que é errado tomou corpo e se faz presente em nosso cotidiano. Estamos trocando o certo pelo errado. Mesmo nós, adultos, com um mínimo de consciência sobre valores humanos, ao vermos essas aberrações no nosso dia-a-dia, ficamos confusos quanto ao crédito que devemos dar aos temas em foco. De que nos vale ser éticos em nossas relações com o outro se este está sempre pronto a tirar vantagens para si, passando por cima de tais valores? Como ser ético num país que adota o senso comum da “lei do Gérson”, que afirma que nesta vida “o que vale é tirar proveito de tudo”? Até que ponto a concepção do TER, sobrepõe-se à do SER? Qual linha de pensamento adotar na atual conjuntura – SER ou não SER: eis a questão ou TER ou não TER: eis a questão?
Tal projeto se justifica enquanto instrumento para a construção de conhecimento sobre o tema, por entendermos que a aplicação de aula expositiva não se enquadraria na busca dos objetivos que elaboramos. Além disso, temos uma preocupação imensa em não ficar restrito somente aos conhecimentos explicitados por um autor de um livro, de uma matéria de revista, de um texto da internet ou até mesmo da nossa concepção respaldada na educação que tivemos da família, mas sim, na comunhão desses vários enfoques e entendimentos, além das opiniões e compreensões das pessoas que fazem parte da família dos alunos, de pessoas comuns, de autoridades ligadas aos três poderes da esfera municipal, profissionais liberais tais como advogados, médicos, professores, juízes, promotores públicos etc. Aqui adaptamos o pensamento de Pedro Demo, quando afirma que a dinâmica da pesquisa enquanto método pedagógico deve ter a preocupação de levar o estudante à emancipação social e a dialogar criticamente com a realidade. Ainda segundo o autor (2002: 10), isto não acontece porque “predomina entre nós a atitude do imitador, que copia, reproduz e faz prova. Deveria impor-se a atitude de aprender pela elaboração própria, substituindo a curiosidade de escutar pela de produzir.”

III- Objetivos
3.1. Gerais:
* Associar atitudes, procedimentos, modos de agir e pensar de determinadas pessoas (e as próprias), em situações variadas, com a concepção que esses sujeitos-objetos da pesquisa têm sobre ética e/ou moral;
* Compreender a importância de se construir um comportamento ético na sociedade, independente de conjuntura e concepção da mesma;
* Perceber que concepções e posturas éticas variam de pessoas para pessoa, de família para família, de sociedade para sociedade;
* Analisar falas, idéias, pontos de vistas, atitudes e comportamentos dos outros indivíduos, confrontando-os com os seus, em busca de enriquecimento, melhoria e, em conseqüência, construção de conhecimentos sobre o tema e, por fim, mudanças de atitudes e comportamentos na sociedade de modo geral.

3.2. Específicos:
* Relacionar as vantagens humanas quando se tem comportamento e pensamento éticos sobre a vida e tudo que a envolve;
* Contrastar, através de pesquisa em jornais falados e escritos e de observações do cotidiano, comportamentos éticos e morais dignos dos indignos de um cidadão;
* Produzir relatório com base nas pesquisas engendradas, buscando publicá-lo em órgãos jornalísticos da região.

IV. Método, estratégias e procedimentos

Como já explicitado na justificativa, a nossa preocupação vai além do lugar comum de se aplicar o conteúdo escolar selecionado no planejamento de ensino na forma convencionalmente expositiva. O tema é extremamente polêmico e mesmo que não queiramos tomar ciência e consciência do mesmo, ele faz parte de nossa vida. É um fato social, sendo por isso, exterior ao indivíduo e existe, independentemente de sua vontade. Como se constitui num tema onde cada aluno enquanto ser humano e cidadão tem a sua concepção e construção alicerçadas na educação que se teve do 1º grupo social de que fazemos parte, “transmitir” conceitos livrescos, restringindo assim o entendimento do tema, seria improdutivo e arriscado, desde o momento em que tal fato poderia ser comparado com a essência do que foi posto pelos familiares aos adolescentes ao longo da convivência. Mesmo usando as pesquisas bibliográfica variada e de campo com vários sujeitos a entrevistar, corre-se o risco de, com as inferências do aluno, algum pai ou responsável entender, equivocadamente, que estamos colocando em xeque toda a educação dada por ele. Tomara que esta seja uma hipótese a refutar!
Uma metodologia diferenciada daquela que se tornou comum na educação brasileira faz-se necessária na medida em que buscamos levar os alunos a entender a filosofia como um estudo geral de todas as coisas que acontecem na vida de uma pessoa e não como um conjunto de doutrinas de uma escola ou época histórica bem distante de nós, com uma linguagem indecifrável para a maioria dos alunos e só usada nas academias por alguns poucos “iluminados” que, narcisisticamente, estudam, pesquisam, falam e escrevem só para si ou para o grupo. Isto é o que Lipman (1990: 174) chama de exercício de inutilidade.
Propomos a pesquisa bibliográfica variada e a de campo com entrevistados de variados campos profissionais, além da observação do cotidiano do homem do povo, visando construir um processo participativo, onde todos se façam sujeitos do/no processo. São essas algumas das várias etapas que compõem o estudo de caso enquanto uma das múltiplas formas que uma pesquisa qualitativa pode assumir.
A finalidade de toda essa “parafernália didático-pedagógica” é levar o estudante a conquistar a eficácia, indo assim, além da eficiência sobre o tema. Em outras palavras, diríamos, que ao invés de pensar o tema certo, preocupa-nos, que ele pense certo sobre o tema.

V. Cronograma de atividades

ATIVIDADES agosto setembro outubro
Apresentação do projeto aos alunos. Discussão do
mesmo buscando mostrar a sua importância, seus
objetivos e os “ganhos” procedentes da construção
de conhecimentos sobre o tema. Análise do projeto. 2 tempos de aula

Confecção de projetos de pesquisa pelos vários
grupos de estudo. Usar o meu como modelo. 4 tempos de aula

Construção de instrumentos para pesquisa de campo
e pesquisa bibliográfica 2 aulas

Pesquisa de campo Atividade extraclasse

Análise e interpretação de dados coletados 4 aulas

Fórum de pesquisa sobre os passos dados até então. 2 aulas

Continuação das atividades desenvolvidas pelos grupos
de trabalho. 2 aulas

Início de construção de relatórios de pesquisa. 2 aulas

Entrega de relatório e apresentação de Fórum
conclusivo de pesquisa. A fala de cada aluno
avaliando a atividade e se auto-avaliando em
relação à mesma. 2 aulas

Continuação da atividade anterior. 2 aulas

domingo, 18 de julho de 2010

Ôba, férias! Férias?

Sem nehuma condição de gritar: "Ôba, férias! Vamos à la praia, ô ô ô ô...". Muita chuva aqui pela Região dos Lagos, principalmente em Cabo Frio e no município vizinho de São Pedro da Aldeia. Alguns contribuintes desabrigados, que dão graças a Deus por estarem vivos. Noticiários nas emissoras de tv locais, sendo vistos por várias pessoas, inclusive pelo prefeito e por todo o secretariado das pastas alusivas às políticas públicas que deveriam minimizar ou acabar com desastres desses tipos. Pelo menos os previsíveis. Diante do desastre, das vítimas, surgem os profissionais, que por muito tempo ficaram quietinhos em seus "cantinhos", sendo lembrados uma vez ou outra. Não estamos aqui minimizando o valor desses profissionais, muito pelo contrário. Mas, infelizmente, quanto mais os valorizamos, mais os desastres são visíveis, reais. São os funcionários da Defesa Civil, os soldados do Coprpo de Bombeiros, os paramédicos entre alguns outros.
E num sofá confortável, encobertos por um edredom e uma robusta caneca com chocolate quente, os nossos políticos "estatisticalizam" os pobres miseráveis, os QMM (que moram mal). Para cada desabrigado, uma "cobertura" a mais na conta bancária de alguma instituição financeira de um paraíso fiscal desse, que nunca ousaremos pisar. Uma rua alagada, o que restou de um barraco abaixo, um superfaturamento para uma maquiagem e deixar o povo feliz.
E olhe, que só vim aqui para dizer que estou muito feliz por estar de férias! Na verdade vou "descansar carregando pedras!". Vou tentar organizar o 2º semestre letivo.

sábado, 29 de agosto de 2009

MACABRO

(Francisco C. de Mattos - produzida em 08.08.1981)

Morre-se em cada esquina,
no próprio asfalto.
Morre-se neste bar,
ali... lá...
em qualquer lugar.
Morre-se...
quando já se está morto!
Morremos a cada dia
em que passamos na mesma esquina,
no próprio asfalto que esquenta.
Morro!...
Morres!...
Êta rotina danada de violenta!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

DA EQUIVOCADA ETIMOLOGIA DE ALUNO* AO BRILHANTISMO DOS MEUS ORIENTANDOS.

Francisco Carlos de Mattos **
Quanto mais nega certas mediocridades do sistema escolar e, entre elas, o silenciamento de práticas contestadoras, melhor é o aluno para a Orientação Educacional, o que não podemos afirmar que também o seja para alguns docentes.
Alguns companheiros e companheiras podem manifestar as suas indignações – rico exercício do ser humano de dizer não ao que entende como errado- em relação a esse pensamento. Se podem fazê-lo, há que se perguntar, se os alunos também não o possam.
O que se pode fazer por e com esses aprendizes, neófitos de uma pretensa revolução escolar, é orientá-los e prepará-los para a construção da força do argumento e tentar afastá-los - tarefa inglória e profundamente difícil, diante dos caminhos trilhados pela nova ordem mundial ¹ - da vontade, do ímpeto juvenil de usar o argumento da força, próprio dos que não conseguem construir um discurso convincente (aqui se inclui também um número considerável de adultos). Esta é uma das missões da Orientação Educacional, até porque não haveria razão da sua existência na escola, se todos os alunos fossem encaixilhados, se mantivessem posturas, atitudes e comportamentos como as de um monge.
Esses alunos e alunas são, escusando-nos pela, talvez, infeliz comparação, como os bebês deixados na “roda dos expostos”². Vemos dessa maneira esses meninos e meninas, principalmente, os que normalmente são encaminhados ao profissional da Orientação Educacional, convidados a se ausentarem da sala de aula, os que não se adaptam aos padrões estabelecidos pelo Regimento Escolar, pelo instituído, os que negam segundo Foucault (1988: 126),

métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade (...) que visa (...) a formação de uma relação que no mesmo mecanismo o torna tanto mais obediente quanto é mais útil, e inversamente (...) A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos “dóceis”.

É de bom alvitre esclarecer, que não estamos, nesse espaço, fazendo nenhuma apologia ao motim contra a direção escolar e à constituição legal do enquadre sócio-educativo, que disciplina (mil perdões a Foucault!) a convivência entre as pessoas que fazem parte da instituição. Muito pelo contrário, pensamos em contribuir com a reflexão de uma premência sempre viva e querida, como profetizado por Geraldo Vandré ³, “nas escolas, nas ruas, campos, construções” e, também, nas nossas casas. Diante de tantas violências, dos mais variados matizes, não é de todo ruim que os nossos filhos, nossos alunos se rebelem, mostrem suas contradições, suas indignações, contestem em nossas casas, nas nossas escolas. Esses lugares são propícios para que tal aconteça, pois temos a oportunidade de educá-los – diferentemente de doutriná-los – a como fazê-lo. Não é o ato em si de contestar, que pais e professores devem negar ou se precaver; mas, como contestar. O que vem a ser incômodo não é o conteúdo, mas a forma... em quaisquer circunstâncias.
Esta não é nem pode ser vista e entendida como uma tarefa só do Orientador Educacional; mas, do educador que orienta em todos os níveis, que não restringe a sua ação educativa ao simplório ato de divulgar informações científicas. Se soubéssemos a extensão dos problemas oriundos do monopólio dos conhecimentos científicos por parte de uma minoria privilegiada da população e da vastidão de soluções, principalmente para as questões conjunturais da sociedade, que tais conhecimentos trariam, focaríamos melhor a relação do até hoje incompatível binômio do processo educativo. Acredita-se, que isso não seja possível com o docente fazendo o papel de "papagaio de pirata", como simples repassador de informações. Enquanto não houver o envolvimento do sujeito com o conhecimento, com a sua própria aprendizagem, no tempo em que não aprender a caminhar com as próprias pernas, ter autonomia para formular seus adequados questionamentos oriundos de sua visão de mundo, não terá e nem verá resposta alguma para os questionamentos da vida. Não há resposta sem pergunta. E como muito bem pontuado pela excelente propaganda da TV Escola, "o que move o mundo não são as respostas, são as perguntas!".
Não tem nem como direcionarmos, enquanto motivo para entraves nas relações sócio-afetivas entre professor e aluno, o conflito de gerações, como muito se fazia na época em que cursamos o inesquecível 2º grau (denominação da época). Hoje é cada vez mais visível a presença de docentes com 21, 22 anos de idade nas salas de aula. “Meninos” ainda cronologicamente muito próximos da puberdade, deixada num ontem ainda vibrante em suas veias. Muitos desses ainda se pegam e são pegos, em alguns momentos de suas vidas pessoal ou profissional, com certas posturas adolescentes. Não que isso seja condenável. Depende do lugar e da hora em que tal aconteça.
Do conflito ao confronto. Agora as idéias não se opõem, muito ao contrário, elas se defrontam, se colocam face a face. Do velho professor que critica certas atitudes, sendo analisado pelos alunos como ultrapassado, careta, péla-saco e outros adjetivos não muito recomendados para esse espaço, conflitando-se com os meninos, ao jovem docente, que com tenra idade, é percebido e observado como uma ameaça, como mais um a ocupar um espaço de conquistas de espaços... também em todos os sentidos! Então, aquele é o paradigma da ameaça à liberdade do se fazer aparecer, do, caetanamente, “é proibido proibir” e esse é mais um a querer uma fatia do mercado em que a efervescência hormonal é a mola mestra e com o agravante de, pelo seu status, pelo papel social exercido por força de sua formação, se tornar o centro das atenções.
Estão numa idade em que não precisam e nem querem inimigos. Ninguém precisa e quer. Muito menos eles.
Queremos amigos. Precisamos deles. Queremos partilhar conquistas. Precisamos socializar vitórias.
É necessário que não percamos... nunca... a capacidade de sonhar, de nos apaixonar, de amar. Precisamos entender que a tristeza, o estado de prostração de um(a) adolescente quando ´deixa de ficar` ou – perdoem-me meninos e meninas – rompem um namoro, naquele momento, é mais doloroso e terrível do que perder um bem material de valor para muitas pessoas. Perda é perda, mas um grande amor – e naquele momento é o maior do mundo - ´nunca mais` teremos outro igual. Teremos muitos outros, mas igual, não!
_ Um grande amor só se esquece com outro grande amor! – Filosofei, com um aperto no coração pelo sincero pesar do menino, tentando mostrar-lhe, que essa é a idade das muitas paixões, dos vários amores, de beijar muito. Lembro-me, que há 35 anos essa frase surtiu um efeito positivo em mim. O tempo não consegue tirar-lhe a força semântica.
Precisamos resgatar a capacidade de nos emocionar. Chorar nunca foi coisa de `mulherzinha`... é coisa de homem... de ser humano... ter sensibilidade não é para qualquer um... é, deveras, coisa de macho. Apesar e além de não “robertocarlosear” , mas respeitar quem goste dele, e dando seqüência a idéia das reticências postas nessas reflexões, provoco a subjetividade e deixo outras com o verso desse cantor e compositor: “é preciso saber viver!”.

__________________
* Equivocadamente foi divulgado que vem do latim alumnus (a-lumnus), que significa sem luz. Maiores e melhores explicações, vide texto de Newton Luís Mamede em
http://www.revelacaoonline.uniube.br/ombudsman/aluno.html .
** Mestre em Educação, Professor e Orientador Educacional da Rede Pública Municipal de Cabo Frio. Atualmente exercendo o cargo de chefe do setor de serviços desses profissionais, que atuam do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e no Ensino Médio na Secretaria de Educação deste município.
¹. “Para começarmos a entender a Nova Ordem Mundial (NOM) você precisa esquecer o que lhe foi dito sobre as diferenças filosóficas entre os Republicanos e Democratas, esquerda e direita, socialistas e libertários, capital e trabalho, revolucionários e conservadores, brancos e negros, etc. Os planejadores da Nova Ordem Mundial sabem que devem usar, influenciar, e prover para que todos esses grupos alcancem os objetivos perseguidos, que são:
* tudo;
* Comercializar tudo;
* Classificar tudo;
* Reivindicar tudo;
* Controlar tudo.
Se esses objetivos forem totalmente implementados, a liberdade de expressão, de personalidade, de metas e decisões pessoais, de responsabilidade individual, propriedade privada, empresa privada, moralidade, governos constitucionais, soberania nacional e liberdade religiosa não serão mais tolerados. Todas as pessoas, de todas as nações, estarão sujeitas ao sistema de gerenciamento da NOM.” (Érica Carle)
². Esse mecanismo remonta à Idade Média, quando, por volta do século XIII, a Igreja Católica resolveu acolher crianças rejeitadas por suas famílias. Para isso, eram disponibilizados espaços giratórios conhecidos como "roda dos expostos", onde se colocava o bebê de um lado, para que fosse retirado do outro, mantendo-se o anonimato. Essa prática se disseminou e chegou ao Brasil em 1730, com a instalação de "rodas" em algumas Santas Casas da Misericórdia. No entanto, na primeira metade do século XX, o procedimento foi extinto.
³. VANDRÉ, Geraldo. Pra não dizer que não falei de flores. Canção escrita e interpretada por
Geraldo Vandré no Festival Internacional da Canção de 1968. . Ficou em segundo lugar.

Referências Bibliográficas:
CARLE, Érica. Guia do Estudante Esperto Para Compreender a Nova Ordem Internacional. setembro de 2005. Disponível em:
http://www.espada.eti.br/guia-nom.asp .
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1988.

sábado, 22 de agosto de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Gestão Escolar - Introdução

O conceito de Gestão Escolar - relativamente recente - é de extrema importância, na medida em que desejamos uma escola que atenda às atuais exigências da vida social: formar cidadãos, oferecendo, ainda, a possibilidade de apreensão de competências e habilidades necessárias e facilitadoras da inserção social. Para fim de melhor entendimento, costuma-se classificar a Gestão Escolar em 3 áreas, funcionando interligadas, de modo integrado ou sistêmico:
Gestão Pedagógica
Gestão de Recursos Humanos

Gestão Administrativa
Gestão Pedagógica
/// Gestão de Recursos Humanos/// Gestão Administrativa
1. Gestão Pedagógica
É o lado mais importante e significativo da gestão escolar.
Cuida de gerir o área educativa, propriamente dita, da escola e da educação escolar.Estabelece objetivos para o ensino, gerais e específicos. Define as linhas de atuação, em função dos objetivos e do perfil da comunidade e dos alunos. Propõe metas a serem atingidas. Elabora os conteúdos curriculares. Acompanha e avalia o rendimento das propostas pedagógicas, dos objetivos e o cumprimento de metas. Avalia o desempenho dos alunos, do corpo docente e da equipe escolar como um todo.
Suas especificidades estão enunciadas no Regimento Escolar e no Projeto Pedagógico (também denominado Proposta Pedagógica) da escola. Parte do Plano Escolar (ou Plano Político Pedagógico de Gestão Escolar) também inclui elementos da gestão pedagógica: objetivos gerais e específicos, metas, plano de curso, plano de aula, avaliação e treinamento da equipe escolar.
O Diretor é o grande articulador da Gestão Pedagógica e o primeiro responsável pelo seu sucesso. É auxiliado nessa tarefa pelo Coordenador Pedagógico (quando existe).
2. Gestão Administrativa
Cuida da parte física (o prédio e os equipamentos materiais que a escola possui) e da parte institucional (a legislação escolar, direitos e deveres, atividades de secretaria).
Suas especificidades estão enunciadas no Plano Escolar (também denominado Plano Político Pedagógico de Gestão Escolar, ou Projeto Pedagógico) e no Regimento Escolar.
2. Gestão de Recursos Humanos
Não menos importante que a Gestão Pedagógica, a gestão de pessoal - alunos, equipe escolar, comunidade) constitui a parte mais sensível de toda a gestão.
Sem dúvida, lidar com pessoas, mantê-las trabalhando satisfeitas, rendendo o máximo em suas atividades, contornar problemas e questões de relacionamento humano fazem da gestão de recursos humanos o fiel da balança - em termos de fracasso ou sucesso - de toda formulação educacional a que se pretenda dar consecução na escola.
Direitos, deveres, atribuições - de professores, corpo técnico, pessoal administrativo, alunos, pais e comunidades - estão previstos no Regimento Escolar.
Quando o Regimento Escolar é elaborado de modo equilibrado, não tolhendo demais a autonomia das pessoas envolvidas com o trabalho escolar, nem deixando lacunas e vazios sujeitos a interpretações ambíguas, a gestão de recursos humanos se torna mais simples e mais justa.
A organização acima - gestões pedagógica, administrativa e de recursos humanos - correspondem a uma formulação teórica, explicativa, pois, na realidade escolar, as três não podem ser separadas mas, isto sim, devem atuar integradamente, de forma a garantir a organicidade do processo educativo.

Referência bibliográfica:
Disponível em http://www.conteudoescola.com.br. Por Conteúdoescola - 21 de julho de 2004. Acesso e captura em 24/7/2009.

domingo, 10 de maio de 2009

A GRANDE MÍDIA SABOTA E DESINFORMA

É notória a falta de compromisso da grande mídia brasileira com o bom jornalismo. A sabotagem e a desinformação são práticas corriqueiras. O caso mais recente foi a grande manifestação realizada em Brasília contra o presidente do STF, Gilmar Mendes. A grande mídia não publicou praticamente nada. Raros foram os jornais que deram alguma nota. Nesses momentos é importante lembrar da Rede Globo que tentou ignorar a campanha das Diretas Já e que manipulou o debate entre Collor (depois traiu a própria Globo) e Lula.
Fonte:http://jornalmomento.blig.ig.com.br/ Acesso e captura em 10/05/2009

DE PÉ E À ORDEM... SEMPRE!

"PROF, FRANCISCO MATTOS OE DO CMRB E MÁRCIA FRANCESCONI

ENCONTRO DE MAÇONS

ENCONTRO DE MAÇONS

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