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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Acabou a farra!!!

Depois de 6 dias em casa, retornarei ao trabalho. E pensar que ainda faltam + ou - 45 dias para as férias!

referente a: Twitter (ver no Google Sidewiki)

domingo, 10 de outubro de 2010

MATERIAL PEDAGÓGICO RELATIVO À AULA DE CURRÍCULO, PROGRAMAS E AVALIAÇÃO

Queridas alunas do curso de Pedagogia da UNILAGOS: demorou mas saiu. Estou enviando para os email de vocês os arquivos de nossa penúltima aula, ministrada nos dias 29 e 30 de setembro, que havia prometido. Que os mesmos sejam, realmente, bem aproveitados por vocês. Quanto aos não menos QUERIDOS ALUNOS DA PÓS-GRADUAÇÃO estarei fazendo o mesmo. Quem não anotou o email na lista de presença que circulou pela turma naquela aula do dia 11 de setembro, pode mandá-lo pelo email franciscoerb@gmail.com

Um abraço a todos!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vamos garatujar?
Fiquem tranquilos, pois não é nenhuma proposta indecente, pelo menos aqui neste espaço. Se fosse no céu de brigadeiros, na área dos PhDeuses, seria uma infeliz sugestão; mas, aqui, não! Aqui cabem os gostos pela escrita, pela leitura. Aqui insere-se a essência das poesias e reflexões de DRUMMOND, principalmente quando afirmou, que "ao pior lterato de 20 anos, eu o admiro e respeito".
Evidente que não estamos fazendo apologias ao escrever errado ou ao festival de besteiras que invadiu a internet com o "eu axo que voxê" é um cara legal. Pretende-se incentivar a aproximação da escrita acadêmica enquanto produto de reflexões, investigações do cotidiano pessoal ou profissional, principalmente no que tange à educação.
Muitos achismos podem ser deixados para um outro momento; mas, também, não podemos truncar a fala, a escrita porque os mestres e doutores podem querer cortar as nossas línguas, como ELIAS CANETTI escreveu em "A Língua Absolvida".
Ah, tá! Então podemos garatujar! O mini Aurélio nos diz que este vocábulo significa "desenho mal-feito; rabisco". Já o bom e velho Bechara, no minidicionário da Língua Portuguesa, norteia que é "escrita com letras malfeitas e pouco inteligíveis".
Não vai ser o nosso caso! Vamos garatujar com diplomacia e demonstrando que estamos querendo sempre aprender, pois só se aprende a escrever, escrevendo.
Sendo assim, com licença e vamos à luta!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ÉTICA NOSSA DE CADA DIA

I- Identificação:
1.1. Título: Ética nossa de cada dia
1.2. Unidade executora: Área de Humanas do Colégio “X” – Disciplina: Filosofia
1.3. Responsável: Prof.: Francisco Carlos de Mattos
1.4. Unidade Escolar: Colégio Municipal “X”
1.5. Turmas envolvidas: 1ºs anos do Ensino Médio
1.6. Cronograma: 2º semestre de 2010

II- Descrição da situação-problema ou Justificativa

Desenvolver um estudo sobre ética, moral e outros temas extremamente subjetivos com jovens no início da adolescência, é deveras complicado como o é para nós adultos, que, por força da convivência num país onde a corrupção está se tornando lugar comum, onde, literalmente, roubar o povo é praxe, matar as pessoas é habitual, enfim, a banalização de tudo que é errado tomou corpo e se faz presente em nosso cotidiano. Estamos trocando o certo pelo errado. Mesmo nós, adultos, com um mínimo de consciência sobre valores humanos, ao vermos essas aberrações no nosso dia-a-dia, ficamos confusos quanto ao crédito que devemos dar aos temas em foco. De que nos vale ser éticos em nossas relações com o outro se este está sempre pronto a tirar vantagens para si, passando por cima de tais valores? Como ser ético num país que adota o senso comum da “lei do Gérson”, que afirma que nesta vida “o que vale é tirar proveito de tudo”? Até que ponto a concepção do TER, sobrepõe-se à do SER? Qual linha de pensamento adotar na atual conjuntura – SER ou não SER: eis a questão ou TER ou não TER: eis a questão?
Tal projeto se justifica enquanto instrumento para a construção de conhecimento sobre o tema, por entendermos que a aplicação de aula expositiva não se enquadraria na busca dos objetivos que elaboramos. Além disso, temos uma preocupação imensa em não ficar restrito somente aos conhecimentos explicitados por um autor de um livro, de uma matéria de revista, de um texto da internet ou até mesmo da nossa concepção respaldada na educação que tivemos da família, mas sim, na comunhão desses vários enfoques e entendimentos, além das opiniões e compreensões das pessoas que fazem parte da família dos alunos, de pessoas comuns, de autoridades ligadas aos três poderes da esfera municipal, profissionais liberais tais como advogados, médicos, professores, juízes, promotores públicos etc. Aqui adaptamos o pensamento de Pedro Demo, quando afirma que a dinâmica da pesquisa enquanto método pedagógico deve ter a preocupação de levar o estudante à emancipação social e a dialogar criticamente com a realidade. Ainda segundo o autor (2002: 10), isto não acontece porque “predomina entre nós a atitude do imitador, que copia, reproduz e faz prova. Deveria impor-se a atitude de aprender pela elaboração própria, substituindo a curiosidade de escutar pela de produzir.”

III- Objetivos
3.1. Gerais:
* Associar atitudes, procedimentos, modos de agir e pensar de determinadas pessoas (e as próprias), em situações variadas, com a concepção que esses sujeitos-objetos da pesquisa têm sobre ética e/ou moral;
* Compreender a importância de se construir um comportamento ético na sociedade, independente de conjuntura e concepção da mesma;
* Perceber que concepções e posturas éticas variam de pessoas para pessoa, de família para família, de sociedade para sociedade;
* Analisar falas, idéias, pontos de vistas, atitudes e comportamentos dos outros indivíduos, confrontando-os com os seus, em busca de enriquecimento, melhoria e, em conseqüência, construção de conhecimentos sobre o tema e, por fim, mudanças de atitudes e comportamentos na sociedade de modo geral.

3.2. Específicos:
* Relacionar as vantagens humanas quando se tem comportamento e pensamento éticos sobre a vida e tudo que a envolve;
* Contrastar, através de pesquisa em jornais falados e escritos e de observações do cotidiano, comportamentos éticos e morais dignos dos indignos de um cidadão;
* Produzir relatório com base nas pesquisas engendradas, buscando publicá-lo em órgãos jornalísticos da região.

IV. Método, estratégias e procedimentos

Como já explicitado na justificativa, a nossa preocupação vai além do lugar comum de se aplicar o conteúdo escolar selecionado no planejamento de ensino na forma convencionalmente expositiva. O tema é extremamente polêmico e mesmo que não queiramos tomar ciência e consciência do mesmo, ele faz parte de nossa vida. É um fato social, sendo por isso, exterior ao indivíduo e existe, independentemente de sua vontade. Como se constitui num tema onde cada aluno enquanto ser humano e cidadão tem a sua concepção e construção alicerçadas na educação que se teve do 1º grupo social de que fazemos parte, “transmitir” conceitos livrescos, restringindo assim o entendimento do tema, seria improdutivo e arriscado, desde o momento em que tal fato poderia ser comparado com a essência do que foi posto pelos familiares aos adolescentes ao longo da convivência. Mesmo usando as pesquisas bibliográfica variada e de campo com vários sujeitos a entrevistar, corre-se o risco de, com as inferências do aluno, algum pai ou responsável entender, equivocadamente, que estamos colocando em xeque toda a educação dada por ele. Tomara que esta seja uma hipótese a refutar!
Uma metodologia diferenciada daquela que se tornou comum na educação brasileira faz-se necessária na medida em que buscamos levar os alunos a entender a filosofia como um estudo geral de todas as coisas que acontecem na vida de uma pessoa e não como um conjunto de doutrinas de uma escola ou época histórica bem distante de nós, com uma linguagem indecifrável para a maioria dos alunos e só usada nas academias por alguns poucos “iluminados” que, narcisisticamente, estudam, pesquisam, falam e escrevem só para si ou para o grupo. Isto é o que Lipman (1990: 174) chama de exercício de inutilidade.
Propomos a pesquisa bibliográfica variada e a de campo com entrevistados de variados campos profissionais, além da observação do cotidiano do homem do povo, visando construir um processo participativo, onde todos se façam sujeitos do/no processo. São essas algumas das várias etapas que compõem o estudo de caso enquanto uma das múltiplas formas que uma pesquisa qualitativa pode assumir.
A finalidade de toda essa “parafernália didático-pedagógica” é levar o estudante a conquistar a eficácia, indo assim, além da eficiência sobre o tema. Em outras palavras, diríamos, que ao invés de pensar o tema certo, preocupa-nos, que ele pense certo sobre o tema.

V. Cronograma de atividades

ATIVIDADES agosto setembro outubro
Apresentação do projeto aos alunos. Discussão do
mesmo buscando mostrar a sua importância, seus
objetivos e os “ganhos” procedentes da construção
de conhecimentos sobre o tema. Análise do projeto. 2 tempos de aula

Confecção de projetos de pesquisa pelos vários
grupos de estudo. Usar o meu como modelo. 4 tempos de aula

Construção de instrumentos para pesquisa de campo
e pesquisa bibliográfica 2 aulas

Pesquisa de campo Atividade extraclasse

Análise e interpretação de dados coletados 4 aulas

Fórum de pesquisa sobre os passos dados até então. 2 aulas

Continuação das atividades desenvolvidas pelos grupos
de trabalho. 2 aulas

Início de construção de relatórios de pesquisa. 2 aulas

Entrega de relatório e apresentação de Fórum
conclusivo de pesquisa. A fala de cada aluno
avaliando a atividade e se auto-avaliando em
relação à mesma. 2 aulas

Continuação da atividade anterior. 2 aulas Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.

domingo, 18 de julho de 2010

Ôba, férias! Férias?

Sem nehuma condição de gritar: "Ôba, férias! Vamos à la praia, ô ô ô ô...". Muita chuva aqui pela Região dos Lagos, principalmente em Cabo Frio e no município vizinho de São Pedro da Aldeia. Alguns contribuintes desabrigados, que dão graças a Deus por estarem vivos. Noticiários nas emissoras de tv locais, sendo vistos por várias pessoas, inclusive pelo prefeito e por todo o secretariado das pastas alusivas às políticas públicas que deveriam minimizar ou acabar com desastres desses tipos. Pelo menos os previsíveis. Diante do desastre, das vítimas, surgem os profissionais, que por muito tempo ficaram quietinhos em seus "cantinhos", sendo lembrados uma vez ou outra. Não estamos aqui minimizando o valor desses profissionais, muito pelo contrário. Mas, infelizmente, quanto mais os valorizamos, mais os desastres são visíveis, reais. São os funcionários da Defesa Civil, os soldados do Coprpo de Bombeiros, os paramédicos entre alguns outros.
E num sofá confortável, encobertos por um edredom e uma robusta caneca com chocolate quente, os nossos políticos "estatisticalizam" os pobres miseráveis, os QMM (que moram mal). Para cada desabrigado, uma "cobertura" a mais na conta bancária de alguma instituição financeira de um paraíso fiscal desse, que nunca ousaremos pisar. Uma rua alagada, o que restou de um barraco abaixo, um superfaturamento para uma maquiagem e deixar o povo feliz.
E olhe, que só vim aqui para dizer que estou muito feliz por estar de férias! Na verdade vou "descansar carregando pedras!". Vou tentar organizar o 2º semestre letivo.

Compenetrado para 2010

Compenetrado para 2010
Visto pela webCam

EU, COMPENETRADO!

EU, COMPENETRADO!

Eu_pela_camara_do_celular

Eu_pela_camara_do_celular

EUNAPAZ

EUNAPAZ
SORRISO É O ESPELHO DA ALMA.

EU

DE PÉ E À ORDEM... SEMPRE!

"PROF, FRANCISCO MATTOS OE DO ALFREDO CASTRO E MÁRCIA FRANCESCONI

ENCONTRO DE MAÇONS

ENCONTRO DE MAÇONS

PANÓPTICO VIRTUAL

Boca da Barra - CF

Boca da Barra - CF

Serra do Rio Rastro (http://www.panoramio.com/photo/752018)

Serra do Rio Rastro (http://www.panoramio.com/photo/752018)
O VERDE É LINDO!
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