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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ETERNA EFEMERIDADE OU EFÊMERA ETERNIDADE? ATÉ ONDE VAI TAL PARADOXO NO CONTEXTO DESSA REFLEXÃO?

 "O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem” ¹.

RESUMO
O texto tem por objetivo provocar uma reflexão sobre os fenômenos das vida e morte nesse momento terreno e sobre o que fazemos para tornar os dois menos sofríveis. Pensar sobre a vida enquanto se vive e sobre a morte quando se deixa de viver material e fisicamente... enquanto se vive. A proposta principal não é fazer um relatório de pesquisa científica com bases na literatura espírita ou nas que sustentam a filosofia cristã, principalmente inscritas na Bíblia Sagrada. Muito provavelmente pode-se ver nessa reflexão alguns fundamentos de ambos, mas pelo que se aprendeu e/ou viveu ao longo desse tempo que nos é/foi permitido viver.
Palavras-chave: vida, morte, efemeridade, eternidade, homem ocidental.
Não cansamos de nos enganar e a verdade, nua e crua, também não em nos surpreender.
Nós, pobre povo ocidental, pseudo capitalista e por extensão, desavergonhadamente materialista, vivemos essa breve passagem física aqui nesse planeta, seguindo a filosofia "zecapagodeana" do "🎶deixar a vida nos levar, vida leva eu...🎶".
Assim, essa breve estadia, essa passagem rápida por esse tempo terreno se configura numa efêmera vida eterna. Aqui nos pegamos ratificando o pensamento 'russoniano" (de Renato Russo), que sustenta
"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há".
Essa reflexão, essa discussão entre nós ocidentais só acontece, com a constância devida, entre pessoas que conseguiram se desvencilhar do materialismo despropositado e se enveredaram no caminho da espiritualidade.
O homem ocidental, mesmo quase que essencialmente materialista, quando se vê numa despedida do corpo físico de um ente querido, que parte para o campo desconhecido por quem fica, percebe, vivencia a primeira parte do suposto paradoxo que intitula essa reflexão (retome o título, por favor!).
A vida material não é eterna; mas, podemos eternizar cada momento da mesma, podemos e devemos ETERNIZAR A EFEMERIDADE dessa vida e, mais uma vez, como nos legou o poeta-compositor Renato Russo "como se não houvesse amanhã".
A ETERNIDADE é uma EFEMERIDADE de nossos pensamentos e ela só nos acontece exatamente nos momentos (lapsos de tempo da vida terrena) em que perdemos alguém que amamos.
O sentido da eternidade, nesses momentos de fragilidades emocionais com a perda de pessoas próximas a nós, vai se dissipando, paulatinamente, nos lapsos de tempo em que o féretro atravessa todo o espaço do cemitério, até a última morada daquele que se foi.
Durante um considerável tempo fica em nós um sentimento de ausência, vista, entendida e considerada como saudade.
Não demora muito, nós, os ocidentais (se me permitem, suponho que um neologismo, "ocidentarianos"), retomamos a rotina de nossas vidas e voltamos a eternizar os nossos efêmeros momentos materialistas, como, diferentemente nos legou o poeta-compositor de nossa MPB, se houvesse amanhã.
E antes que essa reflexão se "eternize" nesse espaço, é necessário que a efemerizemos para o tempo suficiente dos senões, das contestações, dos "não vejo desse jeito".
¹. ROSA, Guimarães. Grandes Sertões: Veredas.

SABORES DE SABERES

 3º dia do PROJETO dias da semana.

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SABORES DE SABERES
Francisco Mattos -23/03
SABedoria, na linha do pensamento socratiano, não é mostrar o que se SABe, mas, tão somente, transformar o conhecimento construído em fazeres úteis, que melhorem sua vida e a do próximo e, assim, um mundo cada vez melhor.
E o que se SABe sobre o SABer, é que existe uma infinidade deles para serem conquistados. O que causa estranheza, é SABer que, mesmo com a certeza de infinitos SABeres, uma infinidade de pessoas se nega a construir mais SABeres.
Todas as reações:
Aninha Francisca, Verônica Tavares e 1 outra pessoa
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SEQUIÇUALIZANDO POR AÍ

 2º dia do PROJETO DIAS DA SEMANA

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••••••••
SEXTAFEIRANDO
Francisco Mattos - 22/03
SEXualizar (sequiçualizar -quebrando o galho, para não quebrar a língua) já há muito passou a ser a palavra da hora, do momento.
Existem diversas formas de efetivar, de flexionar, de concretizar esse verbo, essa ação. Tal qual o francês na hora de falar, fazendo biquinho, passando a 👅 pelo lábio superior e/ou fazendo caras e bocas. Ao andar, também existem formas de "sequiçualizar", como ensina a música 🎶rebola, rebola, rebola sim...🎶 ou a mais nova da Anitta, intitulada "joga prá lua", em que a estrofe é assim
"Joga pá lua vai,
joga essa bunda vai (repete...várias e várias vezes)".
Lembram da música da Simone¹, que, assim como o Roberto, só aparece na época do Natal? A gente adapta para a 6ª feira, e fica assim, ó...
🎶 Então já sextou...🎶 (duvido se você não leu ritmando!).
Independente se vamos ou não "SEQUIÇUALIZAR" do jeito que a mídia sugestiona, cantando e dançando músicas da Anitta, ainda julgo que a melhor maneira de fazermos isso, é vivendo. Viver, prá mim, é a melhor forma de "SEQUIÇUALIZAR".
Vamos nessa, pois SEXTOU meus amigos e minhas amigas!
°°°°°°°°°
¹. "Então bom natal,
e um ano novo também. / Que seja feliz quem,
souber o que é o bem."
(Lembrando que 'Então é Natal' é uma versão da belíssima 'Happy Xmas (War is Over)', de John Lennon. Lançada em 1971)
°°°°°°°°°°
As fases da vida para "SEQUIÇUALIZAR" como a mídia recomenda (e quem quiser que invente outra!):
2ª- do nasc. até os 8 anos(já começam a se preparar);
3ª- dos 9 aos 15 (ensaio à vera);
4ª- dos 16 aos 21 (o bagulho é sério);
5ª- dos 22 aos 30, 35 (ainda dá prá fazer o quadradinho de 8);
6ª- já tá velho prá cacete.
Sáb- Não sai nem da cama!
Dom- Missa de 7º dia!

MACABRO

MACABRO

(Francisco C. de Mattos - produzido em 08.08.1981)


Morre-se em cada esquina,

no próprio asfalto.

Morre-se neste bar,

ali... lá...

em qualquer lugar.

Morre-se...

quando já se está morto!

Morremos a cada dia

em que passamos na mesma esquina,

no próprio asfalto que esquenta.

Morro!...

Morres!...

Êta rotina danada de violenta!


EMOÇÕES

 EMOÇÕES

Francisco Mattos - 31/03/2024


Lágrima que rola

por dentro e

por fora

e embola como um

nó na garganta.

VIVER

VIVER
Francisco Mattos - 02/05/24

Penso,
-pensar é preciso.
Penso, eu insisto,
imenso
é o meu sorriso, 
pois, em Descartes, existo.

Por Um Momento (P.U.M.)

Francisco Mattos 

Era uma ligeira, suave dor de barriga. Nada alarmante. Talvez, quem sabe, gases.
Apertou. Pum. Trocou a cueca.

PQP (POR QUÊ, PERGUNTAMOS?)

"Pobreza não é sina, azar, ou mau jeito, é injustiça¹ " ou Pedagogia da pergunta
OBS.: Esse texto foi produzido e publicado em 24 de fevereiro do ano em curso. Hoje, 13 de setembro, portanto, a 22 dias das eleições municipais de 05 de outubro, o momento histórico-político torna a sua reedição um fato de suma importância, uma necessidade profundamente relevante. Espero que o seja, também, para você.


Aula é pura transferência de valores, de informações científicas? A essência das ciências trabalhadas pelo professor, é filtrada pela ótica do mesmo? Que ótica é essa? Como é construída? Como se constitui no homem? Os pontos de vista são conseqüência da vista de um ponto? O que queremos que os alunos aprendam, absorvam? Os conteúdos escolares inseridos no planejamento de ensino, refletem o cotidiano da maioria dos alunos? São, deveras, significativos? Encaixam-se enquanto respostas para os problemas do cotidiano? Podemos vê-los como solução para esclarecer o que acontece no mundo, na vida? Nos ensina a ler o contexto mais amplo? Nos oferecem "lentes de grau" para observarmos melhor as falcatruas, as roubalheiras de dinheiro público que eleva à condição de dominantes 1% da população brasileira e de dominados os 99% restantes? Nos permitem perceber que políticas públicas passaram a ser instrumento de barganha pública de políticas? Que desigualdade social refletida na ausência de direitos civis e políticos básicos, tais como educação, saúde, habitação, saneamento básico, a geração de emprego e etc., é fator desencadeante e desencadeador de violências em suas diversas facetas? Na formação do professor estão inseridos conhecimentos que o levam à reflexão desses questionamentos? Há espaços para a formação humana, para aspectos afetivos, para se falar de amor num currículo essencialmente frio, calculista e norteado para o desenvolvimento de valores materialistas, quantitativos, profundamente capitalistas? Em que campo de ação é feita uma ponderação sobre a inserção do homem na sociedade capitalista alienante e desumanizadora? Quem forma o professor que forma o professor inseriu-se ou insere-se nesse contexto interrrogativo? Sabe o professor, que os filhos desse 1% que está no topo piramidal não estão nem aí para ele e nem para o tipo de educação que se implementa aqui no Brasil, já que estuda nas melhores universidades, principalmente, européias, preparando-se para as futuras lideranças do país, inclusive para ser o mandatário desse profissional e dos filhos dele?.

DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e princípio educativo. São Paulo: Cortez, 1992, p. 78.

Compenetrado para 2010

Compenetrado para 2010
Visto pela webCam

EU, COMPENETRADO!

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Eu_pela_camara_do_celular

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EUNAPAZ

EUNAPAZ
SORRISO É O ESPELHO DA ALMA.

EU

DE PÉ E À ORDEM... SEMPRE!

"PROF, FRANCISCO MATTOS OE DO ALFREDO CASTRO E MÁRCIA FRANCESCONI

ENCONTRO DE MAÇONS

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Boca da Barra - CF

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Serra do Rio Rastro (http://www.panoramio.com/photo/752018)

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