quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Do Orientador Educacional emancipado ao que precisa de tutor
“Também no afeto é preciso ser inteligente.” Antonio Gramsci
Francisco Carlos de Mattos¹
É erro gravíssimo comparar ações profissionais com bases em achismos. Não que se queira fazer apologias à legalidade, mas se não houver respaldos científicos e até mesmo nas leis, Regimentos, Estatutos etc., todas as ações podem estar certas ou erradas, dependendo do ângulo de visão. Se fulano olha o trabalho de sicrano, pode fazê-lo buscando distorções tendo o seu enquanto paradigma ou similitudes, que venham a confirmar que o que faz, está no caminho certo. Neste caso norteado pela ciência ou pela lei.
No campo da Orientação Educacional tem-se o hábito, péssimo por sinal, de querer saber se determinado colega fez assim ou assado, para solucionar algum caso. E isso de forma velada o que denota a idéia de fofoca. Caso contrário, seria a maneira mais ética de se mostrar que a aprendizagem é um fenômeno em constante versatilidade. A Orientação se faz no momento em que se orienta. Não se tem uma determinada técnica para um caso tal que surgiu no cotidiano. Técnicas existem, mas casos não já existem para serem solucionados por um conjunto de métodos pensado, criado por algum profissional nos primórdios da nossa profissão. Sexo, drogas, conflitos familiares, reais dificuldades de aprendizagem,, indisciplina entre tantos outros temas, surgem em qualquer escola, de qualquer modalidade de ensino, seja pública ou privada e para cada unidade escolar o tema, independente de qual seja, multifário, apresenta-se de forma diferenciada, exigindo assim, não uma resposta pronta, uma solução pré-determinada, tal qual uma comida pronta e congelada, que é só colocar no microondas e em segundos está pronta para ser saboreada.. Um só tema para vinte pessoas, vinte soluções diferentes. Um só tema para dois Orientadores Educacionais diferentes, dois encaminhamentos distintos. Não tem porque ser sempre igual.
Levando-se em conta o que aqui se traz enquanto reflexão, acredita-se que se cada profissional fizer o que lhe compete, sem se preocupar com o que o outro desenvolve, a educação estaria menos pior do que está. Se é que isso seja possível. O que é visto por alguns colegas como um ‘incêndio debelado’ pelo OE ao interceder onde o professor deveria estar atuando em certos casos, também, pode ser entendido como um colega atuando para dar suporte a outro. Não seria essa ação pertinente, outrossim, à ação do profissional das mediações? Se houve um conflito entre professor e aluno, encaminha-se este para a direção e aquele para a Supervisão?
É necessário ressignificar, a priori, não o papel do OE, mas as ações cotidianas de alguns desses profissionais. Pode ser que tenha alguém que entenda que o profissional ainda aos quinze anos de profissão precise ser tutelado; mas, quem já tem quase ou trinta anos, já, praticamente, às portas da aposentadoria, precisa perceber que há muito já foi alforriado, que já tem a sua emancipação. E seguindo os conselhos de BANDEIRA², diante desta situação, há que se cantar:
Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei.
______________________________
¹. Mestre em Educação pela UERJ, Orientador Educacional da Rede Municipal de Ensino de Cabo Frio lotado nas E. M. Prof. Márcia francesconi Pereira e Alfredo Castro.
². BANDEIRA, Manuel. Vou-me Embora pra Pasárgada. Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90.
ORIENTADOR EDUCACIONAL: ORIENTAR SEM SER DESORIENTADO



Francisco Carlos de Mattos*
O que ele faz?
*Contribui para o desenvolvimento do aluno
*Ajuda a escola a organizar e realizar a proposta pedagógica
*Trabalha em parceria com o professor para compreender o comportamento dos alunos e agir de maneira adequada em relação a eles
*Ouve, dialoga e dá orientações.
Segundo a percepção tradicionalista da educação o aluno deve seguir o paradigma de homem delineado pela sociedade, para o seu devido e querido enquadramento nela. Nesta linha de reflexão, de querença, supõe-se que ela tenha um norteamento dado pelas forças políticas então vigentes no país. Se nos detivermos num dado recorte histórico no Brasil, veremos que a linha de ação para a gestão pública, é, arraigadamente, neoliberal; portanto, o direcionamento para a ação do OE na escola, junto aos alunos e à família, tem que ser por este caminho.
Para esta sociedade, cidadão bom é cidadão consumista, que se enquadra às nuances do mercado, pouco ou nada questionador, que se conforma com as coisas como se fossem profundamente normais. Para esse nível de cidadão, um aluno educado para tal. O que não questiona, o 'quietinho', o conformista, o que aceita tudo calado. O que entende que o que está posto, está posto e não se pode questionar. Fato social ¹ é fato social. Sempre foi assim, afirmam alguns profissionais da educação e entre esses, pasmem, Orientadores Educacionais.
Exemplo mais recente se deu numa reunião mensal desses profissionais no município onde, há 23 anos, exerço esta função, quando da apresentação dos objetivos da Divisão que vai coordenar esses profissionais numa nova administração pública. Num momento tenso em dado momento, esbravejei, a pleno pulmões, que não me permitiria ser posto numa forma, ser enquadrado para cumprir ordens desconexas, ilógicas, que fossem totalmente contra os meus princípios profissionais. Ausentei-me da reunião. Durante a semana, falaram-me que um dos colegas comentara após a minha saída, que a atitude manifestada por mim havia sido um absurdo. Que ordens são ordens e não se pode questionar. Nego-me a tentar compreender esta postura.
Esta ação educativa, orientadora, apresenta uma tendência psicologista e uma perspectiva terapêutica junto aos alunos, no sentido mesmo de "por em prática os meios adequados para aliviar ou curar" ² os alunos que apresentam, na visão da escola, desvios comportamentais, os que não, agora num panorama de panóptico foucautiano, se enquadrem no sistema. Tais desvios de comportamento são, hoje, vistos como multifacetados, pois não se restringem somente às questões sociais ou sócio-educativas no que se referem às atitudes de civilidade, urbanidade diante do outro, no que tange à expectativa da convivência pacífica entre as pessoas.
O que se percebe é que os problemas se multiplicam, se metamorfoseiam com o passar dos tempos. Ontem o Orientador Educacional ocupava-se dos problemas de cunho, exclusivamente, comportamentais, no sentido de orientar os alunos para os reais objetivos de aprender, da construção de conhecimentos. Agora percebe-se que não existe a ideia de 'copo meio cheio' e de que o sentido comportamental também passa por questões relacionadas à orientação sexual e identidade de gêneros, a problemas ligados a conflito de gerações, à ingestão de álcool e outras drogas, à insegurança sobre o futuro, que traz a reboque a revolta com tudo e todos. O adolescente, com raríssimas exceções, vez ou outra, mostra-se um tanto quanto mal humorado. Com todas as razões.
Levando-se em consideração o que se apresenta enquanto argumentos, pode-se deduzir que este volume de problemas é crescente, face as mudanças no contexto maior. Sendo a escola uma instituição que ainda tem como um dos seus objetivos, dentro dessa enxurrada de problemas que se vê envolvida, a educação, no sentido análogo a "desenvolvimento das faculdades físicas, morais e intelectuais do ser humano" ³, não pode ser cerceadora, intransigente, antidemocrática, autoritária, preconceituosa.
Já que temos como proposta de trabalho ORIENTAR alunos a buscar o seu próprio caminho, não podemos ser desorientados.
*Orientador Educacional da Rede Pública Municipal de Cabo frio. Mestre em Educação pela UERJ.
¹. O fato social,segundo Durkheim, consiste em maneiras de agir, de pensar e de sentir que exercem poder de coerção sobre o indivíduo.
². Dic. Michaelis. Melhoramentos Soft da Língua Portuguesa. Suporte ao Dic. Michaelis. UOL.
³. Idem.
Quer saber mais sobre o Orientador Educacional?
Escola da Vila, Unidade Butantã, Rua Barroso Neto, 91, CEP 05595-010, São Paulo, SP, Tel (0....11)37263578.
BIBLIOGRAFIA
Ação Integrada – Administração, Supervisão e Orientação Educacional, Heloísa Luck, 66 pags. Ed. Vozes.
A Orientação Educacional – Conflito de Paradigmas e Alternativas para a Escola, Miriam Paura S. Zippin Grinspun. 176 pags, Ed. Cortez.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
domingo, 25 de março de 2012
CARTA À FUNCAB
CARTA À FUNCAB (Empresa responsável pela organização do concurso público de Armação dos Búzios)
Senhores, boa tarde,
Percebi, dentro dos meus parcos conhecimentos na área da educação e tendo participado de muitos concursos públicos para o Magistério (docência e Orientação Educacional), alguns detalhes no Edital que me são desconhecidos. Os caracterizei como equívocos; mas, posso, eu, estar equivocado. De qualquer forma, ficam aqui as minhas observações, no sentido de contribuição. Se eu estiver errado, peço-lhes perdão por isso!
Alguns equívocos no Edital do Concurso de Búzios/2012:
1) Existem três (3) cargos para Pedagogo, respeitando-se as especializações (SE, OE¹, IE) e mais uma de Pedagogo propriamente dita. Onde atuará esse profissional? Quais as suas funções? Não está claro!
2) Nas provas para docentes (Ensinos Médio e Superior) observa-se que as mesmas não trazem nas suas contituições os CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS. Estão inclusos em conhecimentos específicos? Não procede! Em atualidades? Não tem lógica! Não precisa mais o professor dessa formação acadêmica?
¹. Não existe na Legislação Educacional brasileira o cargo específico de ORIENTADOR ESCOLAR. Existe sim, o de ORIENTADOR EDUCACIONAL e foi uma das primeiras a conquistar a sua Regulamentação Profissioanl no Brasil.
Senhores, boa tarde,
Percebi, dentro dos meus parcos conhecimentos na área da educação e tendo participado de muitos concursos públicos para o Magistério (docência e Orientação Educacional), alguns detalhes no Edital que me são desconhecidos. Os caracterizei como equívocos; mas, posso, eu, estar equivocado. De qualquer forma, ficam aqui as minhas observações, no sentido de contribuição. Se eu estiver errado, peço-lhes perdão por isso!
Alguns equívocos no Edital do Concurso de Búzios/2012:
1) Existem três (3) cargos para Pedagogo, respeitando-se as especializações (SE, OE¹, IE) e mais uma de Pedagogo propriamente dita. Onde atuará esse profissional? Quais as suas funções? Não está claro!
2) Nas provas para docentes (Ensinos Médio e Superior) observa-se que as mesmas não trazem nas suas contituições os CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS. Estão inclusos em conhecimentos específicos? Não procede! Em atualidades? Não tem lógica! Não precisa mais o professor dessa formação acadêmica?
¹. Não existe na Legislação Educacional brasileira o cargo específico de ORIENTADOR ESCOLAR. Existe sim, o de ORIENTADOR EDUCACIONAL e foi uma das primeiras a conquistar a sua Regulamentação Profissioanl no Brasil.
terça-feira, 6 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Da massa do pão ao pão da massa
Da massa do pão ao
pão da massa
Francisco Carlos de Mattos*
Francisco Carlos de Mattos*
O que faz a massa do pão crescer, na verdade, não é o “amasso” que
ela recebe, nem as porradas como muita gente, equivocadamente, pensa que seja.
O responsável pelo crescimento dela é um fungo, ser microscópio batizado de
levedura.
O pão da massa, ao contrário da massa do pão, não cresce. Diminui
espaços de autonomia, de conquistas, de cidadania e o que o faz escassear-se,
apenas de não ser tão menos intenso como o fungo da massa do pão, torna-se
pelas conveniências da fome, da necessidade variada, não vistas por um número
bem significativo da população brasileira. Vide o percentual de analfabetos totais
e, o que é pior, e segundo Brecht, analfabetos políticos. Muitos daqueles, fora
das escolas e das academias, astutamente, não assumem a postura desses,
levando-nos à suposição de que essas instituições, em muitos casos, transitam
às raias da imbecilidade e continuam apensas à concepção althusseriana da
escola enquanto Aparelho Ideológico do Estado. O advento da globalização da
economia trouxe, a reboque, uma série de dificuldades que contribuíram para a
ressignificação das relações entre os homens e destes com o mundo que os cerca.
Globalização pode, a princípio, remeter-nos à idéia de progresso
nos vários campos da atividade humana. Os avanços científicos e tecnológicos,
por exemplo, ocuparam status de fiéis da balança, elementos representativos do
desenvolvimento econômico e financeiro. A propensão do mundo do capital em
transformar incessantemente as circunstâncias do modo de produção, aumentando o
número de matéria prima e da demanda com o menor contingente de trabalhadores,
fazendo crescer o lucro do investidor, através da exploração dos poucos
trabalhadores. As idéias de Marx e Engels, lançadas em 1848, continuam, aos 164
anos, mais rejuvenescidas do que nunca.
A globalização pode ser descrita como um processo de difusão de
idéias e valores, de formas de produção e de trocas comerciais que atravessam e
rompem as fronteiras nacionais, internacionalizando também misérias, que chegam
como a face mais perversa da exclusão social, com desigualdades em todos os
níveis a começar pela injusta distribuição de rendas. Por esse caminho podemos
deduzir onde vamos chegar: pobreza, miséria, tráfico de drogas, prostituição,
exploração de menores, banditismo...banditismo...banditismo...do asfalto ao
morro(ao morro sem asfalto!), do jovem pobre do morro ao pobre jovem de família
abastada, do surrealista ladrão de galinhas ou, hoje, de tênis ou de macarrão
instantâneo em supermercados ao do colarinho branco em todos os pontos do
território nacional, principalmente no Planalto Central. Povo sem educação,
povo doente em todos os âmbitos em que couber enfermidade no ser humano. Da
cabeça (problemas neurológicos) aos pés (bicho de pé), esses doentes são
produzidos nos gabinetes refrigerados dos poderes político e econômico do país.
Quanto mais moléstias, mais fácil e propício de se implantar a política
otaviana (Otávio, primeiro imperador romano que governou de 27 a .C. a 14 d.C.) do “Pão e
Circo"¹.
Quando Otávio tornou-se o primeiro Imperador, governando de 27 a .C. a 14 d.C, Suas
primeiras medidas tinham por finalidade reestruturar a administração do novo
Estado Imperial: restringiu as funções do Senado; criou uma nova ordem
administrativa (as prefeituras); melhorou as formas de cobranças de impostos;
instituiu a guarda pretoriana com a função de garantir a proteção do imperador.
Na economia, Otávio incentivou a produção e protegeu as rotas comerciais.
Empreendeu a construção de várias obras públicas, o que gerou muitos empregos
aos plebeus.Para ganhar popularidade, Otávio adotou a política do “pão e
circo”.Tal política consistia numa estratégia do Imperador para submeter o povo
(plebe) através da promoção de eventos. O desenvolvimento dos jogos foi crucial
para que o império obtivesse o apoio popular. Podemos destacar como um dos
principais jogos da época os grandes duelos de gladiadores que concentrando
milhares de pessoas nas grandes arenas exerciam um forte poder de
entretenimento. Durante cerca de sete séculos, as lutas dos gladiadores, entre
si ou contra animais ferozes, foram o espetáculo preferido dos romanos, que ao final
de cada combate pediam com um gesto do polegar o perdão ou a morte do lutador
ferido. Gladiador era o lutador profissional que se apresentava em espetáculos
públicos no Coliseu e em outros anfiteatros do Império Romano.
* Mestre em Educação pela UERJ, Orientador Educacional da Rede Pública
Municipal de Cabo Frio . E-mail: okkyxmattos@gmail.com / blogs: WWW.franciscomattos.blogspot.com e WWW.pedagogiadosprojetos.blogspot.com / Facebook: WWW.facebook.com/okkyxmattos
¹. A Política do Pão e
Circo - "Muitos anfiteatros foram construídos ou adaptados para a luta de
gladiadores, parte da política do "pão e circo". Texto sobre A
política do pão e circo (último parágrafo) disponível em:
http://www.nea.fe.usp.br/site/Fichas/HISM2S14U2A1.pdf. Acesso e captura em
16/03/08.
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
INFORMES DA ASSEMBLÉIA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CABO FRIO
Aos companheiros e companheiras que não puderam comparecer à Assembléia, apesar de nº não tão significativo (quantitativamente falando), conseguimos deliberar sobre alguns pontos interessantes, para começarmos a nossa luta neste ano letivo. A Profª. Denize Quintal produziu esse fiel e compacto resumo do que discutimos por lá. Interessante destacar, também, que resolvemos, que cada companheiro (a) presente na Assembléia deve tentar convencer pelo menos 3 companheiro (a)s de suas respectivas UEs para a atividade denominada por nós como o "DIA DO PROTOCOLO" vide 2º tópico d do resumo. Às 16:30h estaremos todos na praça em frente à Prefeitura.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
NIVERÇARU DI MYMY
domingo, 12 de fevereiro de 2012
EFICIENTE E EFICAZ
Muitas vezes, em nome do compromisso profissional ou em qualquer outra atividade humana, procuramos acertar os passos. Entendo como uma necessidade que, infelizmente, alguns e tão somente alguns indivíduos tem para, antes de SER considerado como bom profissional, SE considerar como tal. Satisfação humana de FAZER A COISA CERTA E DE FAZER CERTA A COISA! A gente diz que quer ser EFICIENTE e EFICAZ, mas, no fundo, não sabe o que é uma coisa e outra. Então, para não errarmos mais, fica a sugestão nesse quadrinho:

Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.
O conhecimento e a sua capacidade de aquisição
Fazer o papel de traças vez em quando é bom! A gente consegue encontrar algumas pérolas interessantíssimas e ricas para a reflexão no campo da educação, já que é o campo que nos interessa.
Encontrei um papel rascunho (tipo pedaço mesmo de papel) e nele o pensamento abaixo, que recebeu uma nova roupagem em sua apresentação. A essência continua a mesma. Então, vejamos:
Encontrei um papel rascunho (tipo pedaço mesmo de papel) e nele o pensamento abaixo, que recebeu uma nova roupagem em sua apresentação. A essência continua a mesma. Então, vejamos:
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Acabou a farra!!!
Depois de 6 dias em casa, retornarei ao trabalho. E pensar que ainda faltam + ou - 45 dias para as férias!
referente a: Twitter (ver no Google Sidewiki)domingo, 10 de outubro de 2010
MATERIAL PEDAGÓGICO RELATIVO À AULA DE CURRÍCULO, PROGRAMAS E AVALIAÇÃO
Um abraço a todos!!!
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Compenetrado para 2010
Visto pela webCam
EU, COMPENETRADO!
Eu_pela_camara_do_celular
EUNAPAZ
SORRISO É O ESPELHO DA ALMA.
EU
DE PÉ E À ORDEM... SEMPRE!
ENCONTRO DE MAÇONS
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O VERDE É LINDO!
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