Pages

segunda-feira, 19 de julho de 2010

ÉTICA NOSSA DE CADA DIA

I- Identificação:
1.1. Título: Ética nossa de cada dia
1.2. Unidade executora: Área de Humanas do Colégio “X” – Disciplina: Filosofia
1.3. Responsável: Prof.: Francisco Carlos de Mattos
1.4. Unidade Escolar: Colégio Municipal “X”
1.5. Turmas envolvidas: 1ºs anos do Ensino Médio
1.6. Cronograma: 2º semestre de 2010

II- Descrição da situação-problema ou Justificativa

Desenvolver um estudo sobre ética, moral e outros temas extremamente subjetivos com jovens no início da adolescência, é deveras complicado como o é para nós adultos, que, por força da convivência num país onde a corrupção está se tornando lugar comum, onde, literalmente, roubar o povo é praxe, matar as pessoas é habitual, enfim, a banalização de tudo que é errado tomou corpo e se faz presente em nosso cotidiano. Estamos trocando o certo pelo errado. Mesmo nós, adultos, com um mínimo de consciência sobre valores humanos, ao vermos essas aberrações no nosso dia-a-dia, ficamos confusos quanto ao crédito que devemos dar aos temas em foco. De que nos vale ser éticos em nossas relações com o outro se este está sempre pronto a tirar vantagens para si, passando por cima de tais valores? Como ser ético num país que adota o senso comum da “lei do Gérson”, que afirma que nesta vida “o que vale é tirar proveito de tudo”? Até que ponto a concepção do TER, sobrepõe-se à do SER? Qual linha de pensamento adotar na atual conjuntura – SER ou não SER: eis a questão ou TER ou não TER: eis a questão?
Tal projeto se justifica enquanto instrumento para a construção de conhecimento sobre o tema, por entendermos que a aplicação de aula expositiva não se enquadraria na busca dos objetivos que elaboramos. Além disso, temos uma preocupação imensa em não ficar restrito somente aos conhecimentos explicitados por um autor de um livro, de uma matéria de revista, de um texto da internet ou até mesmo da nossa concepção respaldada na educação que tivemos da família, mas sim, na comunhão desses vários enfoques e entendimentos, além das opiniões e compreensões das pessoas que fazem parte da família dos alunos, de pessoas comuns, de autoridades ligadas aos três poderes da esfera municipal, profissionais liberais tais como advogados, médicos, professores, juízes, promotores públicos etc. Aqui adaptamos o pensamento de Pedro Demo, quando afirma que a dinâmica da pesquisa enquanto método pedagógico deve ter a preocupação de levar o estudante à emancipação social e a dialogar criticamente com a realidade. Ainda segundo o autor (2002: 10), isto não acontece porque “predomina entre nós a atitude do imitador, que copia, reproduz e faz prova. Deveria impor-se a atitude de aprender pela elaboração própria, substituindo a curiosidade de escutar pela de produzir.”

III- Objetivos
3.1. Gerais:
* Associar atitudes, procedimentos, modos de agir e pensar de determinadas pessoas (e as próprias), em situações variadas, com a concepção que esses sujeitos-objetos da pesquisa têm sobre ética e/ou moral;
* Compreender a importância de se construir um comportamento ético na sociedade, independente de conjuntura e concepção da mesma;
* Perceber que concepções e posturas éticas variam de pessoas para pessoa, de família para família, de sociedade para sociedade;
* Analisar falas, idéias, pontos de vistas, atitudes e comportamentos dos outros indivíduos, confrontando-os com os seus, em busca de enriquecimento, melhoria e, em conseqüência, construção de conhecimentos sobre o tema e, por fim, mudanças de atitudes e comportamentos na sociedade de modo geral.

3.2. Específicos:
* Relacionar as vantagens humanas quando se tem comportamento e pensamento éticos sobre a vida e tudo que a envolve;
* Contrastar, através de pesquisa em jornais falados e escritos e de observações do cotidiano, comportamentos éticos e morais dignos dos indignos de um cidadão;
* Produzir relatório com base nas pesquisas engendradas, buscando publicá-lo em órgãos jornalísticos da região.

IV. Método, estratégias e procedimentos

Como já explicitado na justificativa, a nossa preocupação vai além do lugar comum de se aplicar o conteúdo escolar selecionado no planejamento de ensino na forma convencionalmente expositiva. O tema é extremamente polêmico e mesmo que não queiramos tomar ciência e consciência do mesmo, ele faz parte de nossa vida. É um fato social, sendo por isso, exterior ao indivíduo e existe, independentemente de sua vontade. Como se constitui num tema onde cada aluno enquanto ser humano e cidadão tem a sua concepção e construção alicerçadas na educação que se teve do 1º grupo social de que fazemos parte, “transmitir” conceitos livrescos, restringindo assim o entendimento do tema, seria improdutivo e arriscado, desde o momento em que tal fato poderia ser comparado com a essência do que foi posto pelos familiares aos adolescentes ao longo da convivência. Mesmo usando as pesquisas bibliográfica variada e de campo com vários sujeitos a entrevistar, corre-se o risco de, com as inferências do aluno, algum pai ou responsável entender, equivocadamente, que estamos colocando em xeque toda a educação dada por ele. Tomara que esta seja uma hipótese a refutar!
Uma metodologia diferenciada daquela que se tornou comum na educação brasileira faz-se necessária na medida em que buscamos levar os alunos a entender a filosofia como um estudo geral de todas as coisas que acontecem na vida de uma pessoa e não como um conjunto de doutrinas de uma escola ou época histórica bem distante de nós, com uma linguagem indecifrável para a maioria dos alunos e só usada nas academias por alguns poucos “iluminados” que, narcisisticamente, estudam, pesquisam, falam e escrevem só para si ou para o grupo. Isto é o que Lipman (1990: 174) chama de exercício de inutilidade.
Propomos a pesquisa bibliográfica variada e a de campo com entrevistados de variados campos profissionais, além da observação do cotidiano do homem do povo, visando construir um processo participativo, onde todos se façam sujeitos do/no processo. São essas algumas das várias etapas que compõem o estudo de caso enquanto uma das múltiplas formas que uma pesquisa qualitativa pode assumir.
A finalidade de toda essa “parafernália didático-pedagógica” é levar o estudante a conquistar a eficácia, indo assim, além da eficiência sobre o tema. Em outras palavras, diríamos, que ao invés de pensar o tema certo, preocupa-nos, que ele pense certo sobre o tema.

V. Cronograma de atividades

ATIVIDADES agosto setembro outubro
Apresentação do projeto aos alunos. Discussão do
mesmo buscando mostrar a sua importância, seus
objetivos e os “ganhos” procedentes da construção
de conhecimentos sobre o tema. Análise do projeto. 2 tempos de aula

Confecção de projetos de pesquisa pelos vários
grupos de estudo. Usar o meu como modelo. 4 tempos de aula

Construção de instrumentos para pesquisa de campo
e pesquisa bibliográfica 2 aulas

Pesquisa de campo Atividade extraclasse

Análise e interpretação de dados coletados 4 aulas

Fórum de pesquisa sobre os passos dados até então. 2 aulas

Continuação das atividades desenvolvidas pelos grupos
de trabalho. 2 aulas

Início de construção de relatórios de pesquisa. 2 aulas

Entrega de relatório e apresentação de Fórum
conclusivo de pesquisa. A fala de cada aluno
avaliando a atividade e se auto-avaliando em
relação à mesma. 2 aulas

Continuação da atividade anterior. 2 aulas Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.

domingo, 18 de julho de 2010

Ôba, férias! Férias?

Sem nehuma condição de gritar: "Ôba, férias! Vamos à la praia, ô ô ô ô...". Muita chuva aqui pela Região dos Lagos, principalmente em Cabo Frio e no município vizinho de São Pedro da Aldeia. Alguns contribuintes desabrigados, que dão graças a Deus por estarem vivos. Noticiários nas emissoras de tv locais, sendo vistos por várias pessoas, inclusive pelo prefeito e por todo o secretariado das pastas alusivas às políticas públicas que deveriam minimizar ou acabar com desastres desses tipos. Pelo menos os previsíveis. Diante do desastre, das vítimas, surgem os profissionais, que por muito tempo ficaram quietinhos em seus "cantinhos", sendo lembrados uma vez ou outra. Não estamos aqui minimizando o valor desses profissionais, muito pelo contrário. Mas, infelizmente, quanto mais os valorizamos, mais os desastres são visíveis, reais. São os funcionários da Defesa Civil, os soldados do Coprpo de Bombeiros, os paramédicos entre alguns outros.
E num sofá confortável, encobertos por um edredom e uma robusta caneca com chocolate quente, os nossos políticos "estatisticalizam" os pobres miseráveis, os QMM (que moram mal). Para cada desabrigado, uma "cobertura" a mais na conta bancária de alguma instituição financeira de um paraíso fiscal desse, que nunca ousaremos pisar. Uma rua alagada, o que restou de um barraco abaixo, um superfaturamento para uma maquiagem e deixar o povo feliz.
E olhe, que só vim aqui para dizer que estou muito feliz por estar de férias! Na verdade vou "descansar carregando pedras!". Vou tentar organizar o 2º semestre letivo.

sábado, 29 de agosto de 2009

MACABRO

(Francisco C. de Mattos - produzida em 08.08.1981)

Morre-se em cada esquina,
no próprio asfalto.
Morre-se neste bar,
ali... lá...
em qualquer lugar.
Morre-se...
quando já se está morto!
Morremos a cada dia
em que passamos na mesma esquina,
no próprio asfalto que esquenta.
Morro!...
Morres!...
Êta rotina danada de violenta! Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

DA EQUIVOCADA ETIMOLOGIA DE ALUNO* AO BRILHANTISMO DOS MEUS ORIENTANDOS.

Francisco Carlos de Mattos **
Quanto mais nega certas mediocridades do sistema escolar e, entre elas, o silenciamento de práticas contestadoras, melhor é o aluno para a Orientação Educacional, o que não podemos afirmar que também o seja para alguns docentes.
Alguns companheiros e companheiras podem manifestar as suas indignações – rico exercício do ser humano de dizer não ao que entende como errado- em relação a esse pensamento. Se podem fazê-lo, há que se perguntar, se os alunos também não o possam.
O que se pode fazer por e com esses aprendizes, neófitos de uma pretensa revolução escolar, é orientá-los e prepará-los para a construção da força do argumento e tentar afastá-los - tarefa inglória e profundamente difícil, diante dos caminhos trilhados pela nova ordem mundial ¹ - da vontade, do ímpeto juvenil de usar o argumento da força, próprio dos que não conseguem construir um discurso convincente (aqui se inclui também um número considerável de adultos). Esta é uma das missões da Orientação Educacional, até porque não haveria razão da sua existência na escola, se todos os alunos fossem encaixilhados, se mantivessem posturas, atitudes e comportamentos como as de um monge.
Esses alunos e alunas são, escusando-nos pela, talvez, infeliz comparação, como os bebês deixados na “roda dos expostos”². Vemos dessa maneira esses meninos e meninas, principalmente, os que normalmente são encaminhados ao profissional da Orientação Educacional, convidados a se ausentarem da sala de aula, os que não se adaptam aos padrões estabelecidos pelo Regimento Escolar, pelo instituído, os que negam segundo Foucault (1988: 126),

métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade (...) que visa (...) a formação de uma relação que no mesmo mecanismo o torna tanto mais obediente quanto é mais útil, e inversamente (...) A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos “dóceis”.

É de bom alvitre esclarecer, que não estamos, nesse espaço, fazendo nenhuma apologia ao motim contra a direção escolar e à constituição legal do enquadre sócio-educativo, que disciplina (mil perdões a Foucault!) a convivência entre as pessoas que fazem parte da instituição. Muito pelo contrário, pensamos em contribuir com a reflexão de uma premência sempre viva e querida, como profetizado por Geraldo Vandré ³, “nas escolas, nas ruas, campos, construções” e, também, nas nossas casas. Diante de tantas violências, dos mais variados matizes, não é de todo ruim que os nossos filhos, nossos alunos se rebelem, mostrem suas contradições, suas indignações, contestem em nossas casas, nas nossas escolas. Esses lugares são propícios para que tal aconteça, pois temos a oportunidade de educá-los – diferentemente de doutriná-los – a como fazê-lo. Não é o ato em si de contestar, que pais e professores devem negar ou se precaver; mas, como contestar. O que vem a ser incômodo não é o conteúdo, mas a forma... em quaisquer circunstâncias.
Esta não é nem pode ser vista e entendida como uma tarefa só do Orientador Educacional; mas, do educador que orienta em todos os níveis, que não restringe a sua ação educativa ao simplório ato de divulgar informações científicas. Se soubéssemos a extensão dos problemas oriundos do monopólio dos conhecimentos científicos por parte de uma minoria privilegiada da população e da vastidão de soluções, principalmente para as questões conjunturais da sociedade, que tais conhecimentos trariam, focaríamos melhor a relação do até hoje incompatível binômio do processo educativo. Acredita-se, que isso não seja possível com o docente fazendo o papel de "papagaio de pirata", como simples repassador de informações. Enquanto não houver o envolvimento do sujeito com o conhecimento, com a sua própria aprendizagem, no tempo em que não aprender a caminhar com as próprias pernas, ter autonomia para formular seus adequados questionamentos oriundos de sua visão de mundo, não terá e nem verá resposta alguma para os questionamentos da vida. Não há resposta sem pergunta. E como muito bem pontuado pela excelente propaganda da TV Escola, "o que move o mundo não são as respostas, são as perguntas!".
Não tem nem como direcionarmos, enquanto motivo para entraves nas relações sócio-afetivas entre professor e aluno, o conflito de gerações, como muito se fazia na época em que cursamos o inesquecível 2º grau (denominação da época). Hoje é cada vez mais visível a presença de docentes com 21, 22 anos de idade nas salas de aula. “Meninos” ainda cronologicamente muito próximos da puberdade, deixada num ontem ainda vibrante em suas veias. Muitos desses ainda se pegam e são pegos, em alguns momentos de suas vidas pessoal ou profissional, com certas posturas adolescentes. Não que isso seja condenável. Depende do lugar e da hora em que tal aconteça.
Do conflito ao confronto. Agora as idéias não se opõem, muito ao contrário, elas se defrontam, se colocam face a face. Do velho professor que critica certas atitudes, sendo analisado pelos alunos como ultrapassado, careta, péla-saco e outros adjetivos não muito recomendados para esse espaço, conflitando-se com os meninos, ao jovem docente, que com tenra idade, é percebido e observado como uma ameaça, como mais um a ocupar um espaço de conquistas de espaços... também em todos os sentidos! Então, aquele é o paradigma da ameaça à liberdade do se fazer aparecer, do, caetanamente, “é proibido proibir” e esse é mais um a querer uma fatia do mercado em que a efervescência hormonal é a mola mestra e com o agravante de, pelo seu status, pelo papel social exercido por força de sua formação, se tornar o centro das atenções.
Estão numa idade em que não precisam e nem querem inimigos. Ninguém precisa e quer. Muito menos eles.
Queremos amigos. Precisamos deles. Queremos partilhar conquistas. Precisamos socializar vitórias.
É necessário que não percamos... nunca... a capacidade de sonhar, de nos apaixonar, de amar. Precisamos entender que a tristeza, o estado de prostração de um(a) adolescente quando ´deixa de ficar` ou – perdoem-me meninos e meninas – rompem um namoro, naquele momento, é mais doloroso e terrível do que perder um bem material de valor para muitas pessoas. Perda é perda, mas um grande amor – e naquele momento é o maior do mundo - ´nunca mais` teremos outro igual. Teremos muitos outros, mas igual, não!
_ Um grande amor só se esquece com outro grande amor! – Filosofei, com um aperto no coração pelo sincero pesar do menino, tentando mostrar-lhe, que essa é a idade das muitas paixões, dos vários amores, de beijar muito. Lembro-me, que há 35 anos essa frase surtiu um efeito positivo em mim. O tempo não consegue tirar-lhe a força semântica.
Precisamos resgatar a capacidade de nos emocionar. Chorar nunca foi coisa de `mulherzinha`... é coisa de homem... de ser humano... ter sensibilidade não é para qualquer um... é, deveras, coisa de macho. Apesar e além de não “robertocarlosear” , mas respeitar quem goste dele, e dando seqüência a idéia das reticências postas nessas reflexões, provoco a subjetividade e deixo outras com o verso desse cantor e compositor: “é preciso saber viver!”.

__________________
* Equivocadamente foi divulgado que vem do latim alumnus (a-lumnus), que significa sem luz. Maiores e melhores explicações, vide texto de Newton Luís Mamede em
http://www.revelacaoonline.uniube.br/ombudsman/aluno.html .
** Mestre em Educação, Professor e Orientador Educacional da Rede Pública Municipal de Cabo Frio. Atualmente exercendo o cargo de chefe do setor de serviços desses profissionais, que atuam do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e no Ensino Médio na Secretaria de Educação deste município.
¹. “Para começarmos a entender a Nova Ordem Mundial (NOM) você precisa esquecer o que lhe foi dito sobre as diferenças filosóficas entre os Republicanos e Democratas, esquerda e direita, socialistas e libertários, capital e trabalho, revolucionários e conservadores, brancos e negros, etc. Os planejadores da Nova Ordem Mundial sabem que devem usar, influenciar, e prover para que todos esses grupos alcancem os objetivos perseguidos, que são:
* tudo;
* Comercializar tudo;
* Classificar tudo;
* Reivindicar tudo;
* Controlar tudo.
Se esses objetivos forem totalmente implementados, a liberdade de expressão, de personalidade, de metas e decisões pessoais, de responsabilidade individual, propriedade privada, empresa privada, moralidade, governos constitucionais, soberania nacional e liberdade religiosa não serão mais tolerados. Todas as pessoas, de todas as nações, estarão sujeitas ao sistema de gerenciamento da NOM.” (Érica Carle)
². Esse mecanismo remonta à Idade Média, quando, por volta do século XIII, a Igreja Católica resolveu acolher crianças rejeitadas por suas famílias. Para isso, eram disponibilizados espaços giratórios conhecidos como "roda dos expostos", onde se colocava o bebê de um lado, para que fosse retirado do outro, mantendo-se o anonimato. Essa prática se disseminou e chegou ao Brasil em 1730, com a instalação de "rodas" em algumas Santas Casas da Misericórdia. No entanto, na primeira metade do século XX, o procedimento foi extinto.
³. VANDRÉ, Geraldo. Pra não dizer que não falei de flores. Canção escrita e interpretada por
Geraldo Vandré no Festival Internacional da Canção de 1968. . Ficou em segundo lugar.

Referências Bibliográficas:
CARLE, Érica. Guia do Estudante Esperto Para Compreender a Nova Ordem Internacional. setembro de 2005. Disponível em:
http://www.espada.eti.br/guia-nom.asp .
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1988.
Licença Creative Commons
Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 2.5 Brasil.

sábado, 22 de agosto de 2009

SUGESTÃO PARA 2010


"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão"
(Eça de Queiroz)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Gestão Escolar - Introdução

O conceito de Gestão Escolar - relativamente recente - é de extrema importância, na medida em que desejamos uma escola que atenda às atuais exigências da vida social: formar cidadãos, oferecendo, ainda, a possibilidade de apreensão de competências e habilidades necessárias e facilitadoras da inserção social. Para fim de melhor entendimento, costuma-se classificar a Gestão Escolar em 3 áreas, funcionando interligadas, de modo integrado ou sistêmico:
Gestão Pedagógica
Gestão de Recursos Humanos

Gestão Administrativa
Gestão Pedagógica
/// Gestão de Recursos Humanos/// Gestão Administrativa
1. Gestão Pedagógica
É o lado mais importante e significativo da gestão escolar.
Cuida de gerir o área educativa, propriamente dita, da escola e da educação escolar.Estabelece objetivos para o ensino, gerais e específicos. Define as linhas de atuação, em função dos objetivos e do perfil da comunidade e dos alunos. Propõe metas a serem atingidas. Elabora os conteúdos curriculares. Acompanha e avalia o rendimento das propostas pedagógicas, dos objetivos e o cumprimento de metas. Avalia o desempenho dos alunos, do corpo docente e da equipe escolar como um todo.
Suas especificidades estão enunciadas no Regimento Escolar e no Projeto Pedagógico (também denominado Proposta Pedagógica) da escola. Parte do Plano Escolar (ou Plano Político Pedagógico de Gestão Escolar) também inclui elementos da gestão pedagógica: objetivos gerais e específicos, metas, plano de curso, plano de aula, avaliação e treinamento da equipe escolar.
O Diretor é o grande articulador da Gestão Pedagógica e o primeiro responsável pelo seu sucesso. É auxiliado nessa tarefa pelo Coordenador Pedagógico (quando existe).
2. Gestão Administrativa
Cuida da parte física (o prédio e os equipamentos materiais que a escola possui) e da parte institucional (a legislação escolar, direitos e deveres, atividades de secretaria).
Suas especificidades estão enunciadas no Plano Escolar (também denominado Plano Político Pedagógico de Gestão Escolar, ou Projeto Pedagógico) e no Regimento Escolar.
2. Gestão de Recursos Humanos
Não menos importante que a Gestão Pedagógica, a gestão de pessoal - alunos, equipe escolar, comunidade) constitui a parte mais sensível de toda a gestão.
Sem dúvida, lidar com pessoas, mantê-las trabalhando satisfeitas, rendendo o máximo em suas atividades, contornar problemas e questões de relacionamento humano fazem da gestão de recursos humanos o fiel da balança - em termos de fracasso ou sucesso - de toda formulação educacional a que se pretenda dar consecução na escola.
Direitos, deveres, atribuições - de professores, corpo técnico, pessoal administrativo, alunos, pais e comunidades - estão previstos no Regimento Escolar.
Quando o Regimento Escolar é elaborado de modo equilibrado, não tolhendo demais a autonomia das pessoas envolvidas com o trabalho escolar, nem deixando lacunas e vazios sujeitos a interpretações ambíguas, a gestão de recursos humanos se torna mais simples e mais justa.
A organização acima - gestões pedagógica, administrativa e de recursos humanos - correspondem a uma formulação teórica, explicativa, pois, na realidade escolar, as três não podem ser separadas mas, isto sim, devem atuar integradamente, de forma a garantir a organicidade do processo educativo.

Referência bibliográfica:
Disponível em http://www.conteudoescola.com.br. Por Conteúdoescola - 21 de julho de 2004. Acesso e captura em 24/7/2009.

domingo, 10 de maio de 2009

A GRANDE MÍDIA SABOTA E DESINFORMA

É notória a falta de compromisso da grande mídia brasileira com o bom jornalismo. A sabotagem e a desinformação são práticas corriqueiras. O caso mais recente foi a grande manifestação realizada em Brasília contra o presidente do STF, Gilmar Mendes. A grande mídia não publicou praticamente nada. Raros foram os jornais que deram alguma nota. Nesses momentos é importante lembrar da Rede Globo que tentou ignorar a campanha das Diretas Já e que manipulou o debate entre Collor (depois traiu a própria Globo) e Lula.
Fonte:http://jornalmomento.blig.ig.com.br/ Acesso e captura em 10/05/2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Coisas que nossas mães faziam...

E DAVA TÃO CERTO...
E NINGUÉM MORREU DE REVOLTA!!!!
HEEHEEH!!!!

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"
Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"
Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS...
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"
Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA...
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"
Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"
Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO... " FECHA A BOCA E COME!"
Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"
Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."
Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"
Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"
Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."
Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"
Minha Mãe me ensinou sobre SEXO...
"...E COMO VOCÊ ACHA QUE VOCÊ NASCEU?"
Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA..
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"
Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES ...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"
Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."
Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"
Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...
"MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"
Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"
Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO...
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"
Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO...
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"
Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOGO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"
Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO..."EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"
Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ....
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"
Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS...
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."
Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"AJUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"
Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"
Brigadão Mãe !!!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Anísio Teixeira

"Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância.

Revolta-me saber que dos cinco milhões que estão na escola, apenas 450.000 conseguem chegar a 4 ª. série, todos os demais ficando frustrados mentalmente e incapacitados para se integrarem em uma civilização industrial e alcançarem um padrão de vida de simples decência humana.

Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para educação, dispensados em subvenções de toda natureza a atividades educacionais, sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras.

Anísio Teixeira

Voltando o país ao regime democrático, em 1946, Anísio é convidado por Octávio Mangabeira - socialista, fundador da UDN, também exilado e então eleito para o Governo da Bahia - para ser o Secretário de Educação e Saúde. Dentre outras realizações, constrói na Liberdade - o mais populoso e pobre bairro da capital baiana - o "Centro Educacional Carneiro Ribeiro", mais conhecido por Escola Parque, lugar para educação em tempo integral e que serviria de modelo para os futuros CIACs e CIEPs.

Nos anos 50, dirigiu o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, ou INEP, órgão do Governo Federal, que desde o governo de Fernando Henrique Cardoso se chama Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (ver seu site em [2]). Foi também o criador e primeiro dirigente da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (atual CAPES), criada em 11 de julho de 1951, pelo Decreto nº 29.741, pelo presidente Getúlio Vargas, e que Anísio dirigiu até o golpe de 1964. A CAPES subordinava-se diretamente ao Presidente da República mas, depois de 1964, passou a integrar o organograma do Ministério da Educação (ver [3]). De todo modo, com a ditadura militar, Anísio deixou a sua direção.

Foi um dos idealizadores do projeto da Universidade de Brasília1963, para ser afastado após o golpe militar de 1964. (UnB), inaugurada em 1961, da qual veio a ser reitor em

Uma morte misteriosa

Diversas circunstâncias obscuras cercam a morte de Anísio Teixeira. Dois meses antes da sua, ele escreveu: "Por mais que busquemos aceitar a morte, ela nos chega sempre como algo de imprevisto e terrível, talvez devido seu carater definitivo: a vida é permanente transição, interrompida por estes sobressaltos bruscos de morte". (numa carta a Fernando de Azevedo)

Por intercessão do amigo Hermes Lima, Anísio candidata-se a uma vaga da Academia. Inicia, assim, a série de visitas protocolares aos Imortais.

Depois da última visita, ao lexicógrafo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Anísio desaparece. Preocupada, sua família investiga o paradeiro, sendo informada pelos militares de que ele se encontrava detido.

Uma longa procura por informações tem início - repetindo um drama vivido por centenas de famílias brasileiras durante a ditadura militar. Mas, ao contrário das desencontradas informações e pistas falsas, seu corpo é finalmente encontrado.

Anísio estava no fosso do elevador do prédio do imortal Aurélio, na Praia de Botafogo, no Rio. Dois dias haviam se passado de seu desaparecimento. Não havia sinais de queda, nem hematomas que a comprovassem. A versão oficial foi de "acidente".

Calava-se, para um Brasil mergulhado em sombras, uma voz em defesa da educação - portador da "subversiva" idéia de um país melhor. Era o dia 14 de março de 1971.

http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADsio_Teixeira Acesso e captura em 1-mai-09.

terça-feira, 28 de abril de 2009

I CONFERÊNCIA REGIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

O Objetivo central das Conferências será analisar e repactuar os princípios e diretrizes aprovados na I Conferência Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, e avaliar a implantação do Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (PLANAPIR).
Além disto, união, estado e municípios deverão através de seus órgãos gestores mobilizar-se para o desenvolvimento de ações coordenadas, visando a consolidar a implantação do PLANAPIR; Estimular a participação da sociedade civil na formulação e controle social das políticas de promoção da igualdade racial e consolidar as formas de implantação da Política Nacional de Igualdade Racial, PNPIR, por meio da transversalidade, descentralização e gestão democrática.
A importância da ampla participação da sociedade civil organizada neste processo, embora seja ele deflagrado através de uma convocação do governo, tem relação com o controle social, constitucionalmente previsto e a apropriação pelas políticas públicas municipais dos recursos destinados ao combate ao racismo, discriminações, preconceitos e intolerâncias de origem étnico-racial.




dias 01 e 02 de maio de 2009
Teatro Cacilda Santa Rosa
às 18 horas do dia 01 de Maio de 2009.

Informações pelo telefone (22) 2643 2784 ou pelo e-mail: suppir.cabofrio@yahoo.com.br

domingo, 26 de abril de 2009

10QUESTÕES SOBRE O ENEM

1- Qual será o novo modelo da prova?
Serão 200 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas serão aplicadas em dois dias. Entre as áreas abordadas estão linguagens (50 testes e redação), ciências humanas (50 testes), ciências da natureza (50 testes) e matemática (50 testes).
2- Qual será o conteúdo cobrado na prova?
O Ministério da Educação (MEC) informou que cobrará o conteúdo das disciplinas do ensino médio, mas ainda não detalhou o programa. As diretrizes da prova serão elaboradas por um comitê composto pelas universidades federais, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e Conselho Nacional de Secretários de Educação.
3- Quando o novo exame será aplicado? Quando saem os resultados?
O calendário previsto para a
realização da prova é 3 e 4 de outubro deste ano. O desempenho dos candidatos na parte objetiva (testes) será divulgado em 4 de dezembro e, o resultado final, incluindo a redação, sai em 8 de janeiro de 2010.
4- Como será a inscrição para o novo Enem?
O processo de inscrição será exclusivamente pela internet. Segundo o MEC, a taxa de inscrição para alunos da rede particular é de R$ 35. Estudantes da rede pública ou bolsistas em escola particular estarão isentos da taxa.
5- A Fuvest e a Unicamp seguirão adotando o Enem como bônus?
A nota do Enem continuará sendo usada na nota da primeira fase da Fuvest e poderá representar até 20% do total da nota da primeira fase. Já a
Unicamp estuda não considerar a nota do Enem em seu vestibular deste ano.
6- Conforme proposta do MEC, quais universidades federais adotarão o novo Enem como vestibular?

A proposta foi apresentada pelo ministro Fernando Haddad aos reitores das federais no início de abril em Brasília. Os conselhos universitários de cada federal devem avaliar até o fim deste mês se adotam ou não a proposta e, no caso da adoção, quando e como seria aplicada. Cada universidade tem autonomia para decidir. Em reportagem do G1, algumas universidades já se posicionaram sobre a questão.
7- Como seria aplicado o novo Enem pelas universidades federais?
Os reitores das universidades federais e o ministro da Educação definiram
quatro formas de adesão das instituições ao novo Enem. Há quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas ociosas, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.
8- O Sistema de Seleção Unificada, proposto pelo MEC, admite a escolha de quantas opções?

O vestibulando pode escolher cinco cursos em até cinco instituições de ensino no Sistema de Seleção Unificada, na internet.
9- Após o Enem, o vestibulando pode mudar as opções? Como?
Após receber o resultado da prova, o vestibulando poderá listar até cinco cursos nas universidades de sua preferência (escolha também limitada a cinco). Atualizada diariamente, a nota de corte dos cursos será determinada pela concorrência entre os alunos. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso, a nota de corte será mais alta.
No Sistema de Seleção Unificada, disponível na internet, o vestibulando poderá visualizar a nota do último candidato selecionado e comparar com a sua. Desse modo, poderá mudar suas opções quantas vezes quiser até o encerramento do prazo de inscrição.
Se o aluno perceber que o curso escolhido como a primeira opção está com a nota de corte superior à sua avaliação no Enem, pode escolher as demais opções da sua lista inicial ou modificar a primeira lista escolhendo novos cursos e novas instituições.
10- Como se dará a seleção dos candidatos? E se houver empate?
Os vestibulandos serão selecionados em apenas uma das opções de curso conforme a nota do novo Enem, a ordem das opções escolhidas na inscrição e o limite de vagas disponíveis. No caso de notas idênticas, o desempate seguirá a seguinte ordem de critérios: maior nota na prova de linguagens, maior nota na prova de matemática e maior idade do candidato.

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1089718-5604,00-TIRADUVIDAS+G+RESPONDE+A+DEZ+PERGUNTAS+SOBRE+O+NOVO+ENEM.html domingo, 26 de abril de 2009

TÔ ENEM AÍ? OLHEM SÓ COMO VAI FICAR!

NÃO É LÁ O PARADIGMA DA MORALIDADE EDUCATIVA MUNDIAL, MAS...
Para universidades americanas, nota alta em exame não é suficiente
Além do SAT, instituições dos EUA avaliam o histórico escolar. MEC usa modelo de prova como inspiração para o novo Enem.

Uma nota alta no SAT, exame americano que é usado pela maioria das universidades dos Estados Unidos como um dos critérios para o ingresso, não é garantia de aprovação na instituição. Outros fatores são levados em conta também. A prova, que é aplicada nacionalmente e até no exterior, serve de modelo para o Ministério da Educação reformular o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Veja também: Saiba como funciona o exame americano no qual o novo Enem se baseia
“Além da nota, o perfil do estudante é analisado porque a instituição está atrás dos outros talentos que ele tem. Ele não é avaliado somente em um ou dois dias de prova, mas ao longo de um período", afirma Thais Burmeister Pires, coordenadora do Centro de Educação EducationUSA da Alumni, que é o centro oficial do governo americano para orientação de estudo nos EUA.
MAIORES INFORMAÇÕES:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1089718-5604,00-TIRADUVIDAS+G+RESPONDE+A+DEZ+PERGUNTAS+SOBRE+O+NOVO+ENEM.html Fernanda Calgaro Do G1, em São Paulo. Acesso e captura em 26/04/2009.

terça-feira, 21 de abril de 2009

UM DIA A CASA CAI!!!


A cartomante (Ivan Lins e Victor Martins)
(...)"Tenha paciência, Deus está contigo
Deus está conosco até o pescoço
Já está escrito, já está previsto
Por todas as videntes, pelas cartomantes
Tá tudo nas cartas, em todas as estrelas
No jogo dos búzios e nas profecias
Cai o rei de Espadas
Cai o rei de Ouros
Cai o rei de Paus"...
Cai, não fica nada!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

QUE PAÍS É ESSE?

Marcos Espínola -Advogado criminalista
Essa pergunta foi tema de música nos anos 80 quando um conjunto de rock, ao brindar a volta da democracia, esbravejou para os quatros cantos do País algumas mazelas da nossa nação. Após mais de 20 anos, lamentavelmente, a pergunta ainda é pertinente, principalmente quando nos deparamos com a "farra" explícita na Câmara dos Deputados, que, pressionada pelos próprios membros da Casa, recuou na decisão de moralizar o uso da verba indenizatória e de passagens. Uma conduta que mostra o tipo de política exercida no País, na qual o cidadão não passa de um fantoche nas mãos daqueles eleitos por ele. Um desrespeito à cidadania.
Uma semana depois de ter anunciado iniciativas que visavam regularizar uma gastança descontrolada do dinheiro
público, a mesa diretora da Câmara dos Deputados, declaradamente "advogando" em causa própria e numa única reunião, voltou atrás e suspendeu, por exemplo, as restrições com gastos de alimentação e assessorias.
Como se não bastasse o vergonhoso gesto de recuar na decisão, motivado, repito por enorme pressão dos próprios deputados, a mesa diretora anunciou a ampliação para R$ 150 milhões do gasto para reformar todos os apartamentos funcionais em dois anos. Agora, serão 528 apartamentos de quatro e dois quartos para 513 deputados, sendo que o excedente se trata, acreditem, de reserva técnica.
Num país onde ainda falta moradia digna e a miséria atinge percentuais relevantes, chega a ser criminoso esse tipo de postura da classe política brasileira. Assim, indagamos por que a criminalidade não para de crescer? E retomamos a pergunta: que país é esse?

Jornal ODIA/sábado, 11/04/2009 - Caderno Opinião

sábado, 18 de abril de 2009

SEXCÍDIO OU COMÉDIA DO SEXO PRIVADO

Justiça pune casal por sexo barulhento
sábado, 18 de abril de 2009
A Justiça puniu o casal britânico Caroline e Steve Cartwright por fazer ‘sexo barulhento’. Processados por vizinhos incomodados, eles terão que pagar o equivalente a R$ 1,6 mil de multa. Uma vizinha gravou áudio da gritaria para mostrar no tribunal e outra, mesmo parcialmente surda, disse não conseguir dormir.
Perguntas deste blogueiro: 1) Olhando a foto do casal de pombinhos, que conclusão podemos tirar enquanto motivo da tal gritaria?; 2) Qual dos dois gritava mais ao abrir os olhos e se deparar com o parceiro? 3) Será que eles gritavam por raiva e descontentamento consigo mesmo ao perceberem o que estavam fazendo?
Que questionamento você faz diante de tal matéria? Ajude-me a encontrar uma resposta convincente para este, digamos com a licença neologística, SEXCÍDIO (não adianta procurar no dicionário!).
Saudações blogspotivas!!!

Compenetrado para 2010

Compenetrado para 2010
Visto pela webCam

EU, COMPENETRADO!

EU, COMPENETRADO!

Eu_pela_camara_do_celular

Eu_pela_camara_do_celular

EUNAPAZ

EUNAPAZ
SORRISO É O ESPELHO DA ALMA.

EU

DE PÉ E À ORDEM... SEMPRE!

"PROF, FRANCISCO MATTOS OE DO ALFREDO CASTRO E MÁRCIA FRANCESCONI

ENCONTRO DE MAÇONS

ENCONTRO DE MAÇONS

PANÓPTICO VIRTUAL

Boca da Barra - CF

Boca da Barra - CF

Serra do Rio Rastro (http://www.panoramio.com/photo/752018)

Serra do Rio Rastro (http://www.panoramio.com/photo/752018)
O VERDE É LINDO!

Arquivo do blog